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Manifestantes trocam empurrões durante depoimento de Agnelo

13 Jun 2012 - 14h44

Dois grupos de manifestantes, a favor e contra Agnelo Queiroz (PT-DF), trocaram empurrões e gritos na manhã desta quarta-feira (13) no corredor do Senado da sala em que ocorre o depoimento do governador do DF na CPI do Cachoeira.


Após 20 minutos de confusão, os protestos acabaram. Cada grupo tinha cerca de 15 manifestantes. O primeiro era formado por estudantes da UnB (Universidade de Brasília) e militantes do PSOL e do PSTU. O segundo, por militantes do PT e filiados a sindicatos ligados à CUT (Central Única dos Trabalhadores).

Os petistas entoaram "chega de mentiras, deixa o homem trabalhar" --o som vazou para a sala onde Agnelo prestava o depoimento--, e os estudantes retribuíram: "Ô Agnelo, que papelão, tem para Cachoeira mas não tem para a educação". Os petistas voltaram à carga: "PSOL, eu não me engano, é vermelhinho mas tem bico de tucano".

Os estudantes carregaram cartazes de "fora, corrupto".

Rodrigo Dantas, 44, militante do PSTU e professor da UnB, disse que o PT procurou abafar o protesto contra o governador. "Quando a gente chegou aqui, tinha uma claque paga pelo governo. Eles sabiam que a gente ia fazer a manifestação e chamaram a claque para abafar a nossa."

"Essa manifestação é do PSOL e PSTU. Nós queremos a apuração de tudo o que diz respeito aos negócios de Carlinhos Cachoeira e da empresa construtora Delta e tudo que diz respeito aos negócios do Cachoeira no Distrito Federal", disse Dantas.

Os manifestantes pró-Agnelo negaram a armação.

Michael da Silva Paiva, 28, disse que foi ao protesto por "acreditar no projeto de Agnelo, Brasília merece respeito". Ele disse ter sabido do encontro porque "acompanha a política de Brasília".


Hugo Nascimento, militante do PT e estudante, de 30 anos, que dá aulas de filosofia numa escola particular, disse não exercer cargo no governo. "A gente vem numa luta de mais de 12 anos em Brasília". Disse ter sabido do encontro "através das redes sociais". Sobre a confusão, disse que não houve agressões físicas. "Teve só esse embate normal".

FOLHA.COM.BR

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