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Fiscalização quer coibir descarte de materiais na rede de água da chuva em Jaraguá

Com certa frequência a tubulação é obstruída devido ao acúmulo de cimento, areia e diversos materiais utilizados na construção civil, além de gordura vegetal entre outros

06 Mai 2021 - 10h49Por Janici Demetrio
Fiscalização quer coibir descarte de materiais na rede de água da chuva em Jaraguá  - Crédito: Divulgação Crédito: Divulgação

Técnicos do setor de drenagem do Samae, e os responsáveis pela fiscalização de atividades urbanas de Jaraguá do Sul, reuniram-se na manhã desta quarta-feira (5). O objetivo do encontro foi para traçar diretrizes de combate a uma prática comum no município: O descarte de materiais (inadequados) na rede de drenagem. Com certa frequência a tubulação é obstruída devido ao acúmulo de cimento, areia e diversos materiais utilizados na construção civil, além de gordura vegetal entre outros. 

Na maioria dos casos, o cimento encontrado na rede é proveniente da limpeza de carrinhos de mão e betoneiras, usados em obras. Mas os fiscais já flagraram empresas “concreteiras” despejando o material que sobra ao fim do expediente, direto nas bocas de lobo. Isso causa transtornos e prejuízos consideráveis aos munícipes. Em algumas situações, boa parte da tubulação de uma rua precisou ser trocada, devido à obstrução ocasionada pelo acúmulo de cimento.

“Já houve casos de funcionários de um restaurante despejarem a gordura utilizada no preparo dos alimentos, direto na rede de água pluvial (água da chuva)”, comentou o gerente de drenagem urbana do Samae, Ramirez Bordignon Antunes.

O diretor presidente do Samae, Ademir Izidoro, cobrou providências enérgicas para inibir essa prática.

“Afinal, é o contribuinte quem paga a conta quando precisamos consertar o que alguém danificou e não é identificado. Não vamos admitir esse tipo de prática”, disse.

O chefe de fiscalização de atividades urbanas, Liandro Piske, alerta que, se alguém for flagrado descartando materiais nas bocas de lobo, pode ser notificado.

“A multa pode chegar a R$ 20 mil”, enfatiza.

E orientou os servidores do Samae a obterem o maior número de informações sobre as ocorrências.

“De preferência com fotos e vídeos para podermos notificar quem comete tais abusos”, explicou.

Piske recomenda a população que denuncie e registre as situações de uso inadequado das bocas de lobo da cidade.

E no final da tarde desta quarta-feira (5), uma denúncia levou os fiscais da prefeitura até a Rua Francisco Greter, no bairro Nereu Ramos. Em frente a uma construção foi identificado que havia cimento em uma boca de lobo. As imagens serão analisadas para que providências sejam tomadas. 
 

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