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Greve

Vigilantes vão parar e os trabalhadores das empresas de transporte de valores também

24 Jan 2013 - 12h17

Os vigilantes de todo o Brasil programaram para o dia 1º de Fevereiro, uma greve nacional como forma de advertência para pressionar os empresários do setor de segurança. Eles querem o cumprimento da Lei Federal 12.740, assinada em 8 de dezembro de 2012 pela presidente Dilma Rousseff (PT). Estabelecendo que os vigilantes tem direito à taxa de periculosidade que representa adicional de 30% aos salários. Mas nem todas as empresas se adequaram. A greve foi deflagrada depois das declarações do ministro do trabalho Brizola Neto, que afirmou ser uma questão que deve ser resolvida entre patrões e empregados. A classe patronal argumenta que só paga o adicional após a regulamentação da lei.


Em Santa Catarina onde trabalham 25 mil pessoas nas empresas de vigilância, não houve acordo na reunião realizada em Florianópolis nesta terça-feira, 22, e o indicativo de greve geral está mantido. Em Jaraguá do Sul, segundo o presidente do sindicato local, Ademir Edson Fernandes, são aproximadamente 1 mil pessoas trabalhando nas cerca de 10 empresas de segurança que atuam no município. O problema, segundo ele está na resistência de algumas empresas de segurança em pagar os 30% de periculosidade.

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O sindicalista explica qual foi a proposta feita pela classe patronal na ultima terça-feira, e que não foi aceita pelos vigilantes

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Ele confirma a paralisação dos vigilantes para o próximo dia 1° de Fevereiro. E os vigilantes não estarão sozinhos nessa mobilização nacional. O sindicato que representa os trabalhadores nas empresas de transporte de valores, também promete aderir à paralisação.

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SÉRGIO LUIZ

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