IBGE

População catarinense cresce 1,3% em um ano e chega a 6,9 milhões

01 Set 2016 - 13h10

 As estimativas, que consideram dados de 1º de julho deste ano, foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira, 30.


“Nós que percorremos todo o Estado, visitamos todos os municípios, percebemos claramente que Santa Catarina está crescendo. Por um lado, esses números demonstram que temos um estado atrativo, que as pessoas querem vir morar aqui. Por outro, é um crescimento desafiador porque aumenta muito a demanda por serviços sociais e infraestrutura, aumenta a nossa responsabilidade. Mas encaramos como uma boa notícia, que mostra exatamente como Santa Catarina interessa a todos. E que todos sejam bem-vindos e que nos ajudem a construir um estado cada vez melhor”, avaliou o governador Raimundo Colombo.

O Brasil soma 206,1 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento de 0,80% entre 2015 e 2016. São Paulo (44,7 milhões), Minas Gerais (21 milhões) e Rio de Janeiro (16,6 milhões) seguem no topo da lista dos estados mais populosos.

Com 3,35% da população nacional, Santa Catarina permanece em 11º lugar no ranking. O estado de Roraima é o menos populoso, com 514,2 mil habitantes (0,2% da população total).

Vale lembrar que mesmo com pouco mais de 3% da população, Santa Catarina tem o sexto maior PIB (Produto Interno Bruto, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) e é destaque em diferentes indicadores industriais e do agronegócio, sendo, por exemplo, o maior produtor e exportador de carne suína do país. Entre as cidades catarinenses, as mais populosas seguem sendo Joinville (569.645), Florianópolis (477.798) e Blumenau (343.715).


O secretário de Estado da Fazenda, Antonio Gavazzoni, acredita que o caos econômico que atingiu o Brasil acabou destacando Santa Catarina entre os demais estados. O equilíbrio e a disciplina fiscal catarinense estão garantindo ao Estado atravessar a crise sem aumentar impostos, o que é um importante diferencial também na atração de novos investimentos. Outros 21 estados elevaram a carga tributária para tentar enfrentar a crise.

“Nossa capacidade de atrair negócios é excelente e estamos nos empenhando para manter esse ambiente cada vez mais favorável. Além de uma logística privilegiada, com seis portos marítimos, nos diferenciamos pela qualidade da mão de obra e a nossa segurança fiscal. Temos certeza que quando a crise passar, receberemos muitos investimentos porque seremos o Estado mais competitivo do Brasil”, analisou o secretário.

Também do IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio (Pnad) aponta que Santa Catarina registrou a menor taxa de desocupação do país no segundo trimestre deste ano, com o índice de 6,7%. No Brasil, a média ficou em 11,3%.

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