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MILHO: Secretaria da Agricultura e Governo Federal discutem crise

19 Set 2012 - 21h37

Nesta quarta-feira (19), a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e as entidades ligadas à suinocultura e avicultura participaram de reunião na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e na Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República para discutir a crise no abastecimento de milho em Santa Catarina. A reunião contou com a presença do secretário adjunto de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies; do secretário de Política Agrícola da Conab, Caio Rocha; do presidente da Conab, Rubens Rodrigues do Santos; e da ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti. As entidades e a Secretaria da Agricultura solicitaram aos representantes do Governo Federal o aumento da oferta de milho para Santa Catarina em 142 mil toneladas, via mecanismos já existentes na Conab, como a venda a balcão para agricultores familiares. Também foi pedido que o subsídio ao frete para modalidade VEP seja aumentado de R$ 2,19 para R$ 5 por saco de milho.


Além de mudanças nas medidas já oferecidas pela Conab, Santa Catarina solicita a adoção de medidas emergenciais como o subsidio ao frete de milho para compras privadas de 3 milhões de toneladas, totalizando R$ 300 milhões em subsídios. O secretário adjunto Airton Spies afirma que os recursos para esse prêmio viriam da utilização de créditos de imposto PIS e COFiNS, que as agroindustrias tem com o Governo Federal. Outra solicitação do grupo foi a constituição de um fundo garantidor para obtenção de financiamentos para compra de milho pelas agroindiutrias junto aos bancos. Esta medida também utilizaria os recursos de créditos de PIS e COFINS.

As propostas de ações emergenciais serão discutidas com o Ministério da Fazenda, e a ministra Ideli se comprometeu a dar o apoio necessário para buscar sua aprovação. Airton Spies ressalta que até o momento, o Governo Federal estava tratando o problema de falta de milho em Santa Catarina com mecanismos já previstos nas operações da Conab, porém o estado passa por uma crise que demanda medidas emergenciais. "Estamos vivendo uma situação emergencial, que requer medidas urgentes que aumentem a oferta de milho", destaca. "No Mato Grosso existem mais de 3 milhões d toneladas de milho depositadas a céu aberto por falta de armazéns e que precisam ser transferidas para regiões consumidoras como Santa Catarina. Isso requer uma ação imediata do Governo Federal", completa Spies. Também estiveram presentes na reunião representantes da ACCS, Abipecs, Sindicarne-SC, Ubabef, além de deputados federais da bancada catarinense.

Premix Concreto

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