Imobiliária Coralli
Geral

Líderes do Mercosul se reúnem em Brasília para entrada da Venezuela

31 Jul 2012 - 11h34

A presidente Dilma Rousseff receberá nesta terça-feira (31), em Brasília, os líderes do Mercosul para selar a entrada da Venezuela no bloco. A cúpula extraordinária terá presença dos presidentes Hugo Chavez (Venezuela), Cristina Kirchner (Argentina) e José Mujica (Uruguai).

Samae - Julho


O Brasil sedia o encontro porque exerce a presidência pró-tempore do Mercosul. Antes do início da cúpula, marcada para 11h, Dilma receberá os três presidentes em seu gabinete para uma reunião privada.

Segundo agenda divulgada pelo Itamaraty, às 9h15 é esperada a chegada de Hugo Chávez para uma cerimônia de assinatura de atos entre ambos os países. Este será o segundo encontro entre o venezuelano e Dilma, que o recebeu para um jantar na noite desta segunda-feira (30), no Palácio da Alvorada.

A cúpula terá duração de cerca de 1h30 e selará o ingresso da Venezuela no Mercosul, decisão tomada por Brasil, Argentina e Uruguai no mês passado, durante a 43ª Cúpula dos Chefes de Estado do Mercosul, na cidade argentina de Mendoza.

A incorporação do país ao bloco só foi possível devido à suspensão temporária do Paraguai, o que ocorreu após o presidente Fernando Lugo ser destituído do poder. O Paraguai era o único membro permanente cujo Congresso ainda não havia aprovado a entrada da Venezuela.

Como continua suspenso do bloco, o Paraguai não participará da reunião no Brasil.


Após a cúpula, haverá uma declaração à imprensa feita por algum representante brasileiro da presidência pró-tempore do bloco. Há previsão de Chávez também falar, segundo assessoria da embaixada da Venezuela. Em seguida, às 13h10, os presidentes almoçarão no Palácio do Itamaraty.

Polêmica
O ingresso do país de Hugo Chávez ao Mercosul se deu em meio a polêmica e acusações de que o Brasil teria feito pressão a favor da admissão. O ministro de Relações Exteriores do Uruguai, Luis Almagro, afirmou no início do mês que seu país era contrário ao ingresso da Venezuela "nessas circunstâncias". Segundo agências internacionais de notícias, Almagro disse que a posição do Brasil "foi decisiva nessa história".

O assessor especial para assuntos internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, negou a acusação na época. "Nós não fizemos pressão sob nenhum país até porque não é estilo da presidenta Dilma Rousseff fazê-lo", disse Garcia na época. Segundo o assessor especial, o Brasil não faz esse tipo de pressão "em relação a nenhum governo e menos ainda o faria em relação a governos com os quais nós temos uma associação tão intima".

GLOBO.COM.BR

Matérias Relacionadas

Santa Catarina

Consumo de gás natural em Santa Catarina cresce 21% em julho

Já em relação ao mesmo período de 2019, o resultado é 4,5% inferior
Consumo de gás natural em Santa Catarina cresce 21% em julho
Economia

STF aprova proposta orçamentária para 2021 de R$ 712 milhões

O valor foi corrigido pela inflação do ano passado
STF aprova proposta orçamentária para 2021 de R$ 712 milhões
Santa Catarina

Comércio catarinense cresce 22% em junho, maior alta entre estados do Sul e Sudeste

Esse é segundo mês de crescimento expressivo do segmento em SC, após salto de 23,3% em maio
Comércio catarinense cresce 22% em junho, maior alta entre estados do Sul e Sudeste
Jaraguá do Sul

Testes para covid em assintomáticos estão sendo feitos nos bairros de Jaraguá do Sul

Os testes devem ser realizados também nesta quinta e sexta-feira e, se necessário, também na próxima semana
Testes para covid em assintomáticos estão sendo feitos nos bairros de Jaraguá do Sul
Ver mais de Geral