Caraguá
Natação

Depois de Lochte, outro nadador pede desculpas por escândalo na Rio-2016

25 Ago 2016 - 15h47
"Em primeiro lugar, gostaria de pedir desculpas pelos sérios distúrbios causados às Olimpíadas, ao Rio de Janeiro e à delegação dos Estados Unidos", afirmou o atleta de 26 anos em um comunicado.

"Eu gostaria de agradecer ao COI e ao povo do Rio pela hospitalidade, só tenho respeito por essa cidade", acrescentou o nadador, que conquistou a medalha de ouro no revezamento 4x100 m nado livre.

A confusão começou na noite do dia 14 de agosto, quando Feigen, Gunnar Bentz, Jack Conger e Ryan Lochte pararam em um posto de gasolina da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, no caminho de volta depois de uma festa na Casa da França, na Lagoa (zona sul).

Os nadadores deram falso testemunho ao alegar que foram assaltados por homens vestidos de policiais.

Posteriormente, a Polícia informou que vídeos do circuito interno de um posto de gasolina mostravam um segurança sacando uma arma para conter Lochte, que estava bêbado e agressivo, e seus colegas depois que eles tentaram ir embora após vandalizarem o banheiro do local.

"Voltamos da festa de táxi, e pedimos ao motorista para parar no posto para usar o banheiro", relembrou Feigen.

"Não forçamos a entrada no banheiro, na verdade, sequer entramos no banheiro. Tomamos, no entanto, a lamentável decisão de urinar na grama atrás do posto", alegou o nadador.

"Quando estávamos voltando para o táxi, Ryan Lochte arrancou um pôster de um quadro de metal na parede", relatou.

'Fiquei horrorizado'Feigen também contou que os atletas viram um homem armado conversando com o taxista, pagaram a corrida e saíram do carro.

"Quando eu estava indo embora, o homem apontou a arma para mim e meus companheiros e nos pediu, em português, para sentar. Era a primeira vez que tive uma arma apontada para mim. Eu fiquei horrorizado", contou o nadador.

"Coloquei minhas mãos para o alto. Parecia que o homem armado nos pedia para pagar, mas não sabia se tinha alguma relação com o posto de gasolina", explicou.

Feigen ainda disse que ele e Bentz deram dinheiro ao homem e foram autorizados a deixar o local.

O nadador reconheceu que "omitiu o fato de termos urinado atrás do posto e de que Ryan Lochte tinha arrancado o pôster da parede" no depoimento à polícia, alegando que queria "proteger os companheiros".

Feigen contou que seu passaporte foi confiscado, e que teve duas opções: permanecer no Brasil até a conclusão da investigação, prevista para ser concluída em mais de um mês, ou pagar uma multa de 31.250 dólares para recuperar o passaporte e 15 dias de serviço comunitário. Ele rejeitou ambas as opções.

Feigen contou que, afinal de contas, ambas as partes chegaram a um acordo para que o passaporte seja devolvido mediante multa de 10.800 dólares, pagos na hora.

"Estou muito agradecido por estar em casa nos Estados Unidos, com minha família, e que essa confusão tenha chegado ao fim", completou.

 

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