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Educação

Governador Moisés defende escolas mais inclusivas em evento para construção da base curricular de Santa Catarina

"A escola tem de ser um bom lugar para se querer estar”

15 Abr 2019 - 11h00Por Secom
Governador Moisés defende escolas mais inclusivas em evento para construção da base curricular de Santa Catarina - Crédito: James Tavares / Secom Crédito: James Tavares / Secom

Com a presença do governador Carlos Moisés e do secretário de Estado da Educação, Natalino Uggioni, teve início na manhã desta segunda-feira, 15, o 1º Seminário para a formação do currículo-base da educação infantil e do ensino fundamental de Santa Catarina. O governador aproveitou a oportunidade para, diante de professores de todo o Estado, defender uma maior inclusão nas escolas, com o objetivo de torná-las um ambiente mais atrativo tanto para os alunos quanto para os docentes.

“Nós entedemos que a escola tem que ser a extensão da família ou até mesmo a única família para alguns alunos. Então é por isso que ela precisa estar engajada nesse processo inclusivo, não importa qual seja a esfera, municipal, estadual ou privada. A escola tem de ser um bom lugar para se querer estar”, afirmou.

Ao discursar para os docentes, Moisés relembrou a trajetória da esposa, que foi professora por 26 anos. Na visão do governador, o atual momento exige uma restauração da autoridade do professor dentro da sala de aula. Por fim, reforçou o desejo da administração estadual em estabelecer, de fato, a educação como uma prioridade.

“A presença do governador aqui vem a estimular que nós continuemos nesse caminho de construir uma educação cada vez melhor. Com um governo mais técnico, temos a certeza de que vamos vencer todos os conteúdos programáticos”, afirmou Moisés.

Fechamento de um ciclo

O secretário da Educação, Natalino Uggioni, relembrou que Santa Catarina é o único Estado que ainda não concluiu o processo de construção da base curricular regionalizada. Diante disso, diversas entidades foram convocadas a participar, entre elas a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a Federação Catarinense dos Municípios (Fecam) e a União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação.

“Esperamos, assim, cumprir essa tarefa no prazo estabelecido. O que estamos fazendo aqui é dar celeridade ao processo. E quando nós trazemos o professor para participar é por que ele, mais do que ninguém, sabe das dificuldades e expectativas dos alunos”, destacou Uggioni.

Após esse primeiro seminário, que se encerra na quarta-feira, o ciclo para a implantação da base curricular segue nos meses de junho e agosto, com a capacitação dos professores. A expectativa da Secretaria de Estado da Educação é que até o fim do ano o novo currículo-base já esteja em aplicação nas escolas catarinenses.


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