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Tereza Cristina e Sonny Perdue querem estimular biotecnologia e comércio seguro

20 Mar 2019 - 13h07

O secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, destacou, em suas redes sociais, que discutiu com a ministra da Agricultura do Brasil, Tereza Cristina, a forte relação entre os dois países na produção de grãos e de proteína animal. As informações são do Ministério da Agricultura, em comunicado.

Tereza Cristina e Perdue se encontraram nesta terça-feira, 19, em Washington, quando também trataram da "necessidade de parcerias em apoio à biotecnologias agrícolas e comércio seguro, baseado em Ciência, para produtos dos dois países, como carne suína e bovina".

Segundo a nota do ministério, Perdue comemorou a decisão do governo brasileiro de criar uma cota de 750 mil toneladas anuais de trigo com tarifa zero de importação. De acordo com Perdue, os produtores americanos estavam "ansiosos por grandes exportações de trigo dos EUA". Segundo o secretário, há "mais por vir, à medida que fortalecermos o relacionamento bilateral com o Brasil".

O Brasil vai notificar à Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre a criação da cota, com a qual já tinha se comprometido desde o fim da Rodada Uruguai, da Organização Mundial de Comércio (OMC), na década de 1990, sem que a medida tenha sido implementada.

Após reunião nesta terça-feira, entre os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, o governo dos Estados Unidos divulgou comunicado conjunto informando que concordou em dar novos passos no sentido de liberar a compra de carne in natura exportada pelo Brasil.

De acordo com nota, será agendada uma visita técnica do Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos para auditar o sistema de inspeção de carne bovina do Brasil, assim que o governo brasileiro tiver fornecido a documentação de segurança alimentar.

Além disso, Trump e Bolsonaro instruíram suas equipes a negociar um Acordo de Reconhecimento Mútuo em relação aos seus programas de comércio confiável (Trusted Trader), o que reduzirá os custos de exportação para empresas americanas e brasileiras.

Bolsonaro, por sua vez, anunciou que o Brasil criará uma cota tarifária permitindo a importação de 750 mil toneladas anuais de trigo com tarifa zero. Além disso, de acordo com o comunicado, os Estados Unidos e o Brasil concordaram com as condições científicas para permitir a importação de carne suína dos Estados Unidos.

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