ECONOMIA
Juros futuros recuam com reajuste do diesel, mas risco de greve limita movimento
As taxas futuras de juros abriram esta quinta-feira, 18, mais perto da estabilidade e há pouco tinham queda moderada, em linha com o dólar, refletindo a reação positiva ao anúncio de reajuste do diesel. Profissionais de renda fixa, no entanto, ressaltam que o movimento é limitado pelo risco de greve dos caminhoneiros, além do leilão de títulos que o Tesouro realiza hoje.
Às 9h21, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2020 marcava 6,450%, de 6,460% no ajuste de quarta-feira. O DI para janeiro de 2021 exibia 7,09%, de 7,12%. O vencimento para janeiro de 2023 estava em 8,27%, de 8,31% no ajuste de ontem. E o DI para janeiro de 2025 caía a 8,79%, na mínima, de 8,84% no ajuste anterior. No câmbio, o dólar à vista cedia 0,19% neste mesmo horário, a R$ 3,9280. O dólar futuro para maio recuava 0,18%, a R$ 3,9315.
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