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ECONOMIA

Bolsas da Europa fecham em alta, puxadas por bancos e PIB da China

17 Abr 2019 - 16h47Por Gabriel Wainer

Os mercados acionários europeus fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira, 17, com dados melhores do que o esperado da China, que afastam temores de desaceleração da segunda maior economia do mundo. Os ganhos foram limitados, no entanto, por um perspectiva de menor estímulo do governo chinês. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,10%, em 389,59 pontos.

Na noite de terça-feira, a China registrou crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 6,4% no primeiro trimestre deste ano, superando a previsão do mercado de 6,3%. Além disso, após o fraco desempenho nos primeiros meses deste ano, a produção industrial mostrou expansão de 8,5% em março ante o mesmo mês do ano passado, acima dos 6,0% esperados por economistas. As vendas no varejo chinês também subiram mais do que os 8,4% previstos e avançaram 8,7% na comparação anual. Os dados aliviam as preocupações sobre a saúde da segunda maior economia do mundo, melhorando o ambiente de negócios.

O setor bancário foi o que mais obteve ganhos no pregão, com o subíndice de bancos do Stoxx 600 subindo 0,73%, atingindo o maior nível desde outubro do ano passado. O banco espanhol Santander e o francês Crédit Agricole anunciaram que vão combinar suas operações de custódia e de serviços para ativos, criando um banco custodiante no valor de 3,34 trilhões de euros (US$ 3,78 trilhões). No final da sessão, o Santander fechou em alta de 1,03%, e o Crédit Agricole recuou 0,44%. Em Madri, o índice Ibex 35 fechou estável, em 9.497,30 pontos, enquanto em Paris o índice CAC 40 subiu 0,62%, em 5.528,66 pontos.

Nesse mesmo sentido, relatos de que o banco holandês ING estaria interessado em comprar o segundo maior banco da Alemanha, o Commerzbank, colaboraram com a alta do índice DAX, de Frankfurt, que avançou 0,43%, em 12.153,07 pontos. Os papéis do Commerzbank encerraram o dia com alta de 1,54%.

Entre os indicadores da Europa, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,4% na comparação anual de março, como previsto, mas menos do que os 1,5% registrados em fevereiro, de acordo com a agência de estatísticas da União Europeia (UE), a Eurostat. O resultado confirmou a estimativa prévia e deixou a inflação na região mais longe da meta do Banco Central Europeu (BCE), que é de uma taxa ligeiramente inferior a 2,0%. A inflação no Reino Unido subiu 1,9% em março ante o mesmo mês do ano passado, abaixo dos 2,0% esperados.

Na bolsa de Londres, o índice FTSE 100 registrou avanço modesto de 0,02%, fechando perto da estabilidade, em 7.471,32 pontos, com destaque negativo para o setor de mineração. As ações da BHP e da Rio Tinto fecharam em queda de 2,55% e 2,69%, respectivamente, pressionadas pela decisão judicial que concedeu à Vale autorização para retomar operações na mina de Brucutu, em São Gonçalo do Rio Baixo (MG).

Em Milão, o índice FTSE MIB avançou 0,37%, em 22.000,88 pontos, ultrapassando a marca dos 22 mil pontos pela primeira vez desde junho do ano passado. Em Lisboa, o índice PSI 20 caiu 0,54%, em 5.367,96 pontos.

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