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Decisão

Decisão do Supremo deixa Renan sob pressão

04 Nov 2016 - 10h57
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), vive momentos de tensão, com a votação pela maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) a favor da proibição de que réus em ações penais ocupem cargos na linha sucessória da Presidência da República. Seis dos 11 ministros foram favoráveis ontem à ficha limpa.

A decisão atinge diretamente os ocupantes dos cargos de vice-presidente da República e de presidentes da Câmara, do Senado e do STF. Renan, que é o substituto natural de Michel Temer, ainda não é réu em ação penal, embora responda a 11 inquéritos da Lava-Jato no STF.

Além disso, o presidente do Senado já foi denunciado em outro inquérito, no qual é investigado por falsidade ideológica, uso de documento falso e peculato.

Em nota divulgada ontem, Renan reforça que não “é réu em qualquer processo judicial e, portanto, não está afetado pela manifestação dos ministros do STF, ainda inconclusa”. Segundo a nota, o presidente do Senado responde a inquéritos que são “por ouvir dizer ou interpretações de delatores”.

 

Agência Estado

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