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Olimpíadas

Com cesta no fim e Varejão presente, Brasil bate Espanha e respira aliviado

09 Ago 2016 - 19h32

O confronto desta terça-feira não chegava a ser de vida ou morte para a Brasil e Espanha, mas era de risco, e uma derrota deixaria uma das duas seleções em situação delicada no grupo B do torneio masculino de basquete. Mas para alívio do excelente público que mais uma vez compareceu à Arena Carioca 1, quem levou a pior foram os espanhóis. Com a presença de Anderson Varejão, substituído por Cristiano Felício na reta final da preparação com uma hérnia de disco lombar, entre os torcedores, e sem cometer tantos erros nos lances livres - foram apenas cinco -, seus velhos companheiros jogaram e venceram por ele. Com um tapinha de Marquinhos salvador a cinco segundos do estouro do cronômetro, o time de Rubén Magnano venceu a Espanha por 66 a 65 (34 a 31), conseguiu a primeira vitória na Olimpíada do Rio de Janeiro e respirou aliviado.


Com uma derrota e uma vitória no grupo B, a seleção brasileira volta à quadra nesta quinta-feira, às 14h15, contra a Croácia. Já os atuais campeões espanhóis, que somam duas derrotas e estão com a corda no pescoço, enfrentam a Nigéria, às 19h.

O JOGO

Se contra a Lituânia Magnano optou por uma formação mais pesada, com Alex e Hettsheimeir entre os titulares, nesta terça o treinador argentino preferiu começar com um time mais leve. E as mudanças funcionaram. Com Marquinhos e Augusto desde o início, a seleção até desperdiçou seus dois primeiros ataques e permitiu que a Espanha começasse em vantagem, mas não demorou muito para os donos da casa tomarem conta da partida. Após passar a frente e assumir a ponta pela primeira vez na Olimpíada com uma cesta de Huertas, o Brasil não perdeu mais a liderança no quarto. Com uma defesa agressiva, ótimas atuações individuais de Nenê e Marquinhos e com apenas uma mudança no quinteto que começou o jogo, a seleção segurou os campeões europeus, chegou a abrir 18 a 10, mas fechou o período por 18 a 13.

Apesar da vitória parcial, era hora de rodar o time. Além de Hettsheimeir e Felício, que haviam entrado nos minutos finais do quarto anterior, Alex e Raulzinho também vieram para a quadra no começo do segundo período. No entanto, as mudanças quebraram o ritmo brasileiro, e a Espanha cresceu. Mesmo com um aproveitamento muito ruim nas bolas de três, a campeã europeia buscou o resultado e virou o placar com dois lances livres de Mirotic, a 4'55 do fim do período. Magnano continua tentando encontrar o quinteto ideal e colocou Huertas de volta, além de Benite e Guilherme Giovannoni. O time encaixou, neutralizou o jogo interno com Gasol -  apagadíssimo no primeiro tempo com apenas cinco pontos -, e conseguiu a virada numa bola de três de Giovannoni. A Arena Carioca 1 explodiu, e, com mais dois pontos de Huertas, o Brasil foi para o intervalo vencendo por 34 a 31.

O Brasil voltou arrasador no segundo tempo. Nem a terceira falta de Nenê logo de cara diminuiu o ritmo da seleção. Principalmente porque desta vez Felício entrou ligadíssimo. Impulsionada por uma enterrada sensacional do pivô do Chicago Bulls, a seleção fez uma corrida de 8 a 2, abriu nove pontos e obrigou Sergio Scariolo a pedir tempo. A parada funcionou. Com seis pontos seguidos, a Espanha quebrou a sequência dos donos da casas e diminuiu o prejuízo para apenas três pontos. Pior do que a reação espanhola, era a quantidade de faltas cometidas pelos brasileiros, que jogavam Gasol e cia, para a linha dos lances livres. E foi assim que Felipe Reyes empatou a partida. Quando parecia que o jogo ganharia fortes emoções novamente, a seleção acordou, fez oito pontos seguidos e entrou no quarto decisivo com uma boa vantagem de oito pontos.


 Apesar da vitória parcial, era hora de rodar o time. Além de Hettsheimeir e Felício, que haviam entrado nos minutos finais do quarto anterior, Alex e Raulzinho também vieram para a quadra no começo do segundo período. No entanto, as mudanças quebraram o ritmo brasileiro, e a Espanha cresceu. Mesmo com um aproveitamento muito ruim nas bolas de três, a campeã europeia buscou o resultado e virou o placar com dois lances livres de Mirotic, a 4'55 do fim do período. Magnano continua tentando encontrar o quinteto ideal e colocou Huertas de volta, além de Benite e Guilherme Giovannoni. O time encaixou, neutralizou o jogo interno com Gasol -  apagadíssimo no primeiro tempo com apenas cinco pontos -, e conseguiu a virada numa bola de três de Giovannoni. A Arena Carioca 1 explodiu, e, com mais dois pontos de Huertas, o Brasil foi para o intervalo vencendo por 34 a 31.

O Brasil voltou arrasador no segundo tempo. Nem a terceira falta de Nenê logo de cara diminuiu o ritmo da seleção. Principalmente porque desta vez Felício entrou ligadíssimo. Impulsionada por uma enterrada sensacional do pivô do Chicago Bulls, a seleção fez uma corrida de 8 a 2, abriu nove pontos e obrigou Sergio Scariolo a pedir tempo. A parada funcionou. Com seis pontos seguidos, a Espanha quebrou a sequência dos donos da casas e diminuiu o prejuízo para apenas três pontos. Pior do que a reação espanhola, era a quantidade de faltas cometidas pelos brasileiros, que jogavam Gasol e cia, para a linha dos lances livres. E foi assim que Felipe Reyes empatou a partida. Quando parecia que o jogo ganharia fortes emoções novamente, a seleção acordou, fez oito pontos seguidos e entrou no quarto decisivo com uma boa vantagem de oito pontos.

O Brasil voltou determinado a matar o jogo logo nos minutos iniciais do último quarto e abriu 11 pontos. Mas do outro lado estava a campeã europeia e de prata olímpica. Mesmo com Pau Gasol pouco inspirado e um péssimo aproveitamento nos chutes de três, a Espanha tirou a diferença e diminuiu para apenas um ponto a vantagem dos brasileiros. A seleção reagiu, abriu quatro pontos e respirou. Mas a Espanha é sempre um osso duro de roer e virou numa bola de três de Sergio Llull a 1'44 do fim. A seleção, no entanto, não queria deixar a vitória escapar e com um tapinha salvador de Marquinhos virou a cinco segundos do fim para conquistar uma suada vitória.

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