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Política

Prefeita se reúne com governador e tenta recursos para obras de infraestrutura

25 Jan 2012 - 20h41

A prefeita Cecília Konell e o marido e secretário de Administração, Ivo Konell, estão em Florianópolis, nesta quarta-feira. Por telefone, na Capital do Estado, a prefeita adiantou à reportagem da Jaraguá AM que o objetivo do encontro com o governador Raimundo Colombo logo mais é conseguir recursos para obras de infraestrutura.

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Sobre a possibilidade de se candidatar à reeleição, Cecília admite que planeja terminar o mandato com bons motivos para buscar os votos mais uma vez.

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Outro assunto deste almoço, certamente, é o plano político para as próximas duas décadas, entre o PSD e o PMDB catarinenses.


Vinte anos no poder. Este será o saldo alcançado por Luiz Henrique da Silveira (PMDB) se conseguir concretizar as projeções de alianças feitas para 2014 e 2018 no governo do Estado. Desde 2002, já são 10 anos no grupo que está poder na administração de Santa Catarina. Os detalhes da troca de apoios entre peemedebistas e pessedistas ainda estão sendo delineados em encontros sigilosos. Lideranças do próprio PSD consideram que as projeções ainda precisam de um debate partidário mais aprofundado. A contar pelo histórico de articulações feitas Luiz Henrique, o caminho é de vitórias. Em 2010, depois de uma série de turbulências e o quase fim da tríplice, o peemedebista conseguiu manter a aliança e saiu como grande vitorioso, elegendo seu sucessor em primeiro turno, garantindo sua vaga e a do tucano Paulo Bauer ao Senado. Mas nas projeções feitas para as campanhas de 2014 e de 2018, o terceiro elo da cadeia não foi mencionado.

O lugar do PSDB na aliança das próximas eleições não foi citado e as declarações do ex-governador repercutiram mal entre o tucanato. O presidente do partido, ex-governador Leonel Pavan, disparou mensagens pela sua conta no Twitter com ar de indignação. "LHS. Tem coisas que às vezes é bom olhar pelo retrovisor e olha que tem muitas coisas boas que aconteceram graças ao PSDB", escreveu no microblog.
Por telefone, Pavan disse que recebeu diversas mensagens, e-mails e ligações de tucanos indignados e surpresos com a entrevista de LHS. 


O líder dos tucanos na bancada estadual, deputado Dado Cherem, analisou as declarações com mais cautela. Ele diz que vê com naturalidade a situação porque o senador fala pelo PMDB e defende seu partido.

Mesmo assim, depois da entrevista de Luiz Henrique ao colunista Moacir Pereira, publicada na edição de ontem, o parlamentar tucano procurou o senador para conversar. Eles devem se encontrar na próxima semana.


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