Política

Dionei da Silva disse que não foi notificado e que comissão de ética do PDT não pode existir

19 Fev 2013 - 12h28

A expulsão dos chamados rebeldes do PDT de Jaraguá do Sul não será uma tarefa fácil. Segundo disse nesta segunda-feira, o pedetista Dionei Walter da Silva, que está em Brasília (DF), o partido funciona através de uma comissão provisória e nem sequer possui um diretório, ou seja, a comissão de ética não existe, nem pode existir. Dionei e outras três pessoas são acusadas de desobediência e desvio de conduta ao apoiarem a candidatura de Cecília Konell e não a Dieter Janssen (PP), conforme orientação do partido. O ex-deputado destaca que é preciso formalizar uma denúncia, que segundo ele, até agora não aconteceu, e que não foi notificado pessoalmente nem no diretório estadual existe qualquer coisa que trate sobre isso. Dionei disse ainda que o diretório estadual virá à Jaraguá do Sul em março desse ano para tratar dessa questão e outras, relacionadas a reestruturação do PDT local. E, dependendo da conversa, não descarta a indicação de seu nome para presidir o partido. Ele comenta ainda que o  PDT é um Partido que está a 12 anos com o mesmo presidente e que é preciso alinhá-lo com a direção nacional, ao invés de ficar negociando cargos. Quanto as acusações de ter apoiado Cecília Konell (PSD), Dionei disse que foi sim procurado assim como, por outros candidatos e partidos. Mas não aceitou, e fez campanha para os candidatos a vereador do PDT. Ele confirmou não ter apoiado Dieter Janssen.

SÉRGIO LUIZ

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