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Sem data definida

Ponte Pênsil do Baependi ainda não tem data para iniciar reforma

Depois de 50 anos será a primeira reforma da infraestrutura da ponte

13 Fev 2019 - 18h15Por Heloisa Ristow
Mesmo sabendo dos riscos, pedestres e ciclistas no local, que continuam utilizando a ponte mesmo sabendo dos riscos - Crédito: Divulgação / Sérgio LuizMesmo sabendo dos riscos, pedestres e ciclistas no local, que continuam utilizando a ponte mesmo sabendo dos riscos - Crédito: Divulgação / Sérgio Luiz

A ponte pênsil que liga as ruas Nei Franco no bairro Baependi e Miguel Salai no Centro em Jaraguá do Sul, interditada desde o final de 2018, ainda não tem data definida para a passagem de pedestres e bicicletas no local.

A estrutura, que foi comprometida por causa da enxurrada no dia 23 de dezembro de 2018, tem um dos pilares de metal que dava sustentação à ponte danificado, comprometendo a estabilidade e a segurança de quem passa pelo local.

O diretor da secretaria de obras do município, Carlos Engel, comentou que nesta terça-feira (12) foi feita uma reunião juntamente com engenheiros e profissionais da área sobre esta ponte pênsil, esta que é tombada como patrimônio histórico.

"Tivemos uma reunião com profissionais para termos a solução daquele fato. É um caminho muito importante para a comunidade, e estamos levando bem a sério, até porque é um patrimônio histórico. Então, não dá para chegar e fazer uma obra de qualquer forma, não podemos mudar a estrutura de como ela foi construída, tem que fazer exatamente como ela foi tombada”, explica.

A secretaria de obras não sabe de onde virão os recursos necessários para manutenção, porque não será feita apenas uma reforma e sim uma restruturação completa da estrutura de base da ponte pênsil do lado do bairro Baependi. Pela primeira vez em 50 anos a ponte sofrerá uma reforma na infraestrutura.

Também vale ressaltar que a Defesa Civil colocou tubos de concreto para bloquear a passagem de pedestres e ciclistas no local, que continuam utilizando a ponte mesmo sabendo dos riscos.

“Para evitar que a comunidade continue passando pela ponte, será retirada mais ou menos cinco metros de tablados de madeira de cada lado, inviabilizando a passagem na mesma”, conclui.


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