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“Carmen”: noite de ópera na sexta-feira do Femusc

28 Jan 2016 - 21h37
“Carmen”: noite de ópera na sexta-feira do Femusc -


Trata-se de uma das peças mais reconhecidas do mundo no segmento de canto lírico. Apresentada pela primeira vez em 1875, é um expoente do estilo francês de opéra-comique. Devido ao tempo de espetáculo, a série começa já às 20h, um pouco mais cedo que de costume. O Femusc segue até sábado, 30 de janeiro.

 

“Carmen” conta em quatro atos a história de um oficial honesto do exército, que é corrompido pelos encantos de uma bela cigana, e acaba embarcando numa trajetória como fora-da-lei. Parte da cultura popular, a história já contou com pelo menos 70 releituras apenas no cinema, sendo 40 delas no cinema mudo. Entre as versões recentes mais famosas, estão o alemão “Carmen on Ice”, de 1990, e “Carmen: A Hip Hopera”, de 2001, que marcou a estreia da cantora Beyoncé no cinema. É uma das óperas não-italianas com o maior número de árias famosas: “Habanera”, “Canção do Toreador” e o próprio prelúdio serão facilmente reconhecidas pelo público.

 

A trajetória da obra se cruza com a própria vida de Bizet: a première não foi bem recebida pelo público e pela crítica de Paris à época devido à crueza da abordagem, e o reconhecimento só veio em apresentações subsequentes em Viena, para uma plateia que abrigava gênios como Brahms, Wagner, Tchaikovsky e o filósofo Nietzsche. Detalhe: Bizet morrera meses antes, e não pode acompanhar o sucesso de sua obra. Pertence ao gênero opéra-comique, que mescla árias com temática mais séria e outras mais leves, que eram executadas enquanto os ouvintes bebiam. No Brasil, foi montada pela primeira vez em 1881, ainda em francês. Sua versão em italiano foi consagrada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde reúne quase uma centena de récitas em 30 temporadas.



Ficha técnica

 

Carmen, ópera de Georges Bizet

Música: Georges Bizet

Libreto: Henri Meillhac e Ludovic Halévy

Estreia: Paris, 3 de março de 1875

Direção musical e regência: Catherine Larsen-Maguire (Reino Unido)

Direção de cena: Gino Quilico (Canadá)

 

Carmen: Juliana Taino (mezzo-soprano - Brasil)

Don José: Rinaldo Leone (tenor - Brasil)

Escamillo: Rodrigo Cruz (barítono - Brasil)

Micaëla: Annelise Cavalcanti (soprano - Brasil)

Frasquita: Sara Benítez (soprano - Paraguai)

Mercédès: Alexandra Álvarez Yepes (soprano - Colômbia)

Remendado: Deivisson Pereira (tenor - Brasil)

Dancairo: André Rabelo (barítono - Brasil)

Zuniga: Fernando José Silva Martinez (baixo - Paraguai)

Moralès: Célio Souza (barítono - Brasil)

Don José (velho): Maycon Junkes (Brasil)

 

Assistente de Direção: Jacqueline Cohen

Preparador Musical: André dos Santos

Iluminação: Gilberto Amaro

Produção: Fred Paiva

Assistente de Produção: Guísela Mendes

Legendas: Natália Koch

Regência do Coral Local: Denise Mohr

Regência do Coro Infantil: Vera Feruzzi Possari

Bailarinas Convidadas: Camila Miranda, Eve Ariana Matin e Thamy Secco

Pianista Correpetidor: Matheus Alborghetti

Assistentes Musicais: Ana Maria Patiño Osorio, Cássio Bitencourt, Juan Gabriel Alarcón, Rubian Zuluaga Gómez e Stefano Boccacci
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