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Júri Popular

Acusados de homicídio estão no banco dos réus em Jaraguá

11 Set 2018 - 15h39
O defensor público Sidnei Gomes, disse ao repórter Sergio Luiz que Derli José Pedroso, agiu em legitima defesa, pois vinha sendo ameaçado pela vítima.

Já no caso de Fogaça a defensoria irá alegar que ele não teve participação na morte de Gumz.

Jhonstam Gumz, na época com 26 anos, foi baleado na noite do dia 20 de junho de 2016, na rua José Vicenzi, no bairro Santo Antônio. A vítima ficou internada durante dias na UTI do Hospital São José em Jaraguá e foi transferida para a Fundação Hospitalar Rio Negrinho, onde morreu no dia 10 de julho. De acordo com a investigação, os dois acusados chegaram no local em duas motocicletas. Se passando por amigo da vítima, Derli pediu para chamar Jhonstam. Quando ele apareceu, o acusado sacou um revólver, atirou no rosto de Gumz e atingiu o olho da vítima.

Jhonison ficou dando guarida para o assassino. Em outubro do ano passado, a dupla foi condenada a 16 e 10 anos de prisão, pelo mesmo crime, porém o julgamento foi anulado já que, não houve tempo hábil para a elaboração da defesa dos acusados.

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