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Região contabiliza dois focos do Aedes aegypti neste ano

21 Jan 2017 - 11h37
Ouça a reportagem com Janici Demétrio.

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Usar repelente é uma das formas de se proteger do mosquito que transmite Dengue, Zika e Chikungynya. Muita gente prefere os que são à base de óleos naturais, por acreditarem que eles não causam alergia, especialmente em grávidas e crianças menores de dois anos.

Mas ao comprar um repelente é importante verificar no rótulo se ele tem o registro da Anvisa. Existem produtos que são comercializados, mas não conseguem passar nos testes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – órgão do Governo Federal responsável por avaliar se o produto realmente é eficaz contra o mosquito causador de doenças e não causa alergias se for utilizado de acordo com as instruções da embalagem.

O dermatologista Djalma Marques, que mora em Recife, passou dez anos desenvolvendo a fórmula do Bio-repely, um repelente que utiliza óleos e ingredientes naturais, e conseguiu cumprir as exigências da Agência Reguladora. Para chegar até a fórmula final, ele estudou óleos utilizados pelos índios da região Amazônica. “São vários óleos, desde Andiroba, Copaíba, cravo, canela, um pool de óleos que são 6, 7 óleos que nós utilizamos numa proporção que nós estudamos, lá na Amazônia, na região amazônica, eles usam esses óleos, mas é uma coisa muito empírica, citronela, eucalipto, às vezes uma quantidade exagerada de um ou deficiente de outro e nós fomos estudando qual a melhor proporção desses óleos e fazendo os testes normais que fazem para picadas de mosquitos até chegar à formulação ideal para nosso repelente.”

O dermatologista Djalma Marques, que se especializou em medicina preventiva, explica que o Bio-repely não tem contra indicações, mas por ser um produto natural, possui componentes que podem evaporar com mais facilidade, e por precisa ser reaplicado mais vezes do que os repelentes sintéticos. “Se você tem uma região quente, por exemplo, os óleos são voláteis e evaporam com mais facilidade, então o tempo de repelência é menor. O tipo de pele também, a pele negra, escura, geralmente demora mais a volatização dos óleos do que as peles claras. Em média, se pede 4 horas de repelência, mas essa repelência quando se fala quatro horas se baseia muito no fato de que você usa produtos químicos, sintéticos, derivados de petróleo, você não pode usar muitas vezes na pele porque causa até intoxicação...”

O Gerente de Cosméticos da Anvisa, João Tavares Neto, explica que  a Agência tem recebido propostas de registro para produtos com substâncias ativas naturais. “Os requisitos nesse caso, de segurança são os mesmos, independente se é um produto natural ou de princípio ativo químico, de produção da indústria química. Os produtos mesmo que sejam com óleos naturais, ou outros tipos de ativos que estejam registrados e que permanecem registrados é porque, de fato, cumpriram a eficácia.”
A procura pelo repelente natural foi tão grande que foi preciso contratar um outro fabricante, então o Bio-Repely só estará disponível no mercado a partir de março. Para informações sobre o produto basta você enviar um email para o endereço: sac@biologicus.com.br. E para saber tudo o que você pode fazer para combater o mosquito que causa a Dengue, Zika e Chikungunya, o Ministério da Saúde disponibilizou o site: saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde, Governo Federal.
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