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Preso homem que matou colega de trabalho com pá

20 Jun 2011 - 22h58

Ferramenta usada no crime foi deixada ao lado do corpo (foto: César Junkes/FolhaSC)

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia da Comarca de Jaraguá do Sul, desvenda e prende o homem que matou o colega de trabalho com golpes de pá de construção, cinco dias após o crime. Os Policiais Civis cumpriram o Mandado de Prisão Preventiva em desfavor de Marcelo Schillreff, de 25 anos, na última sexta-feira (17), em Jaraguá do Sul. Ele foi encaminhado para o Presídio Regional de Jaraguá do Sul.

O CASO       
Na madrugada do dia 12 de junho deste ano, por volta da 1h30min, a Polícia Militar ligou para a Delegacia de Jaraguá do Sul, informando que havia ocorrido um homicídio no bairro João Pessoa, no alojamento de uma obra localizada no Colégio Machado de Assis. A vítima, Sandro Rodrigues Morais, de 35 anos, teria sido assassinada em função do recebimento de vários golpes na cabeça com uma pá de construção.

O corpo de Morais estava caído ao lado de um banco de madeira e na mesa do alojamento da obra havia três garrafas de coca-cola e uma garrafa de conhaque. A Polícia Civil local assumiu a investigação. Com base nos depoimentos de todos os pedreiros que trabalhavam na obra e de vizinhos, os Policiais souberam que Morais foi visto com vida pela última vez no dia 11 de junho, por volta das 19h, em um bar próximo ao local do crime na companhia de Schillreff. O acusado teria comprado no bar as bebidas encontradas no local do crime.


Com essas informações, a Polícia Civil notificou Schillreff para prestar esclarecimentos nessa delegacia na última sexta-feira. Após 3h de interrogatório, apresentados todos os indícios que levam ao suspeito como autor, Schillreff confessou a autoria do crime. Ele alegou legítima defesa, declarando que a vítima teria lhe agredido com socos e chutes e ele teria usado a pá para se proteger.

A Polícia Civil trabalha com a informação de que a vítima havia recebido o pagamento do seu salário no dia anterior ao crime e que sua carteira não foi encontrada junto ao corpo da vítima, apenas foi achado no local R$ 5,00. Há suspeita de crime de latrocínio (roubo seguido de morte), no entanto, Schillreff alega que não pegou a carteira de Morais ou qualquer quantia em dinheiro, e que somente acertou a cabeça da vítima com dois golpes de pá e depois fugiu do local, pois ficou aterrorizado com que fez.

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