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Polícia ouve depoimento de mulher que está em vídeo com Matsunaga

11 Jun 2012 - 17h47

O Departamento de Homicídios da Polícia de São Paulo deve receber ainda esta semana os laudos da morte de Marcos Matsunaga e da perícia feita no apartamento do casal. Só então será encaminhado à Justiça o pedido de prisão preventiva de Elize Matsunaga. Por enquanto, ela está presa temporariamente na cadeia pública, em Itapevi, na Grande São Paulo.


Nove pessoas foram ouvidas no inquérito que investiga a morte do executivo da fábrica de alimentos Yoki. Entre os depoimentos, está o da mulher que aparece no vídeo, abraçada com Marcos Matsunaga, na porta de um restaurante.

As imagens foram gravadas pelo detetive particular contratado por Elize. Ela suspeitava que estava sendo traída pelo marido. No vídeo, Marcos está com a mulher na porta de um restaurante na noite anterior ao assassinato. O executivo abraça a moça enquanto espera o carro.

No depoimento à polícia, Elize disse que marcos ficou irritado com a "audácia dela de colocar um detetive atrás dele, com o dinheiro dele". Ele disse ainda que "iria interná-la para que ela não levasse a filha para longe dele". Foi quando Elize pegou uma pistola 380 e atirou no marido.

"Ela pensou em ligar para a polícia. Ela se dirigiu ao telefone, pegou o telefone, mas ela para, pensa na filha e acha que naquele momento ela perderia a filha", conta Luciano Santoro, advogado de Elize.

Dez horas depois, Elize esquartejou o corpo de Marcos. Uma das três empregadas do casal contou que estranhou os pedidos de Elize pela manhã. "Lavar os lençóis, lavar o cobertor, tirar capa de edredom. Aí eu falei pra ela: 'dá para esperar um pouquinho mais tarde?'. Ela falou: 'não, vamos tirar agora'. Aí eu fui até o quarto com ela e tirei".


Segundo a empregada, Elize e Marcos não dormiam no mesmo quarto e as brigas eram frequentes. "O jantar sempre terminava em discussão. Ele falava assim: 'seu pai, aquele vagabundo, sua família pobre, não sei o quê'. Ela não aceitava, ela começava a gritar. Às vezes saía, batia a porta. O restante terminava na parte de cima da casa, que aí não dava para ouvir da cozinha".

GLOBO.COM.BR

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