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Oposição relata mais de 20 mortos no dia do início da trégua na Síria

10 Abr 2012 - 17h38

Mais de 20 pessoas morreram nesta terça-feira (10) em ataques das forças sírias, informou o opositor Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), no dia em que deveria começar a ser implantado o plano de paz apoiado pela ONU no país.

Onze pessoas, entre elas seis civis, morreram em um bombardeio no bairro de Khaldiyeh e outra foi vítima de bala perdida no bairro de Bad Tadmor, em Homs, informou a ONG, que também denunciou a morte de quatro pessoas durante operações em Kafarzita, na província de Hama.


Na manhã desta terça-feira, seis soldados do Exército leal a Assad morreram em um ataque rebelde na região de Hassaka, nordeste do país.

Também de acordo com o OSDH, as forças do regime de Assad bombardearam nesta terça-feira uma localidade da província de Aleppo (norte).

Retirada parcial
Mais cedo, o governo da Síria anunciou ter retirado unidades militares de certas províncias.

O anúncio foi feito pelo ministro das Relações Exteriores, Walid Mouallem. Mouallem disse ainda que o cessar-fogo deve começar após a chegada ao país dos observadores internacionais.

De acordo com o chefe da diplomacia síria, o governo do contestado presidente Bashar al Assad passou a aplicar outro ponto do plano de paz, com "a libertação de certas pessoas que participaram nos distúrbios".

"Como parte das ações positivas de nossa parte, constatamos a intensificação das operações de grupos armados em diferentes regiões da Síria", disse o chanceler.

O ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, confirmou as informações, mas pediu mais firmeza de Damasco na aplicação do plano do emissário internacional para a Síria, Kofi Annan. A Rússia é aliada do regime de Assad.

O plano de Annan, que prevê a retirada dos tanques e carros de combate dos centros urbanos, deveria entrar em vigor nesta terça-feira para permitir um cessar-fogo em 48 horas.


Turquia
Muuallem também acusou a Turquia de armar os rebeldes e de ajudá-los a entrar no território sírio.

"A Turquia apoia grupos armados ilegais sírios. Entrega armas e contribui para a entrada ilegal de militantes na Síria", disse Mualem em uma entrevista coletiva em Moscou.

"Isto é contrário ao plano de Annan", advertiu.

O chanceler turco, Ahmet Davutoglu, que acompanha o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan em uma viagem oficial a China, decidiu interromper sua visita e retornar à Turquia depois do aumento da tensão na froteira turco-síria.

Na segunda, disparos procedentes da Síria atingiram um campo de refugiados sírios situado na Turquia.

O primeiro-ministro Erdogan já havia afirmado que os disparos constituíam uma "clara violação" da fronteira entre os dois países.

GLOBO.COM.BR

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