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Motofretistas e mototaxistas têm menos de um mês para fazerem curso obrigatório

14 Jan 2013 - 12h12

No dia 2 de fevereiro as policias começam a fiscalizar se motofretistas e mototaxistas tem certificado de participação em curso de qualificação para exercer a função que passa a ser exigido pelo Contran. Em Santa Catarina, a procura por esses cursos oferecidos por exemplo por dez unidades do Sest/Senat no Estado, ainda é muito baixa, segundo destaca o coordenador de desenvolvimento profissional do Sest/Senat, Roberto de Meneses Junior.


Em agosto do ano passado, o Contran adiou a entrada em vigor da nova regra, a pedido de motofretistas e mototaxistas, que não haviam vagas disponíveis nos cursos. Mas para Roberto Junior, desta vez, não haverá prorrogações:

O coordenador alerta que o curso é obrigatório não apenas para quem trabalha formalizado numa empresa de moto taxi e moto frete. Ele será exigido também daqueles que utilizam a moto para serviços autônomos, como entregadores de pizzas, tele entregas de farmácias e até mesmo do mecânico, que vai de moto atender ao chamado de um cliente:


Para funcionários de empresas de transportes que já são contribuintes do Sest/Senat, o curso sai por R$ 100 e para os particulares, o curso que tem 30 horas de duração, custa R$ 200,00.

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