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Ministério da Saúde

Ministério da Saúde lança campanha de prevenção às DST, HIV e aids na Oktoberfest

07 Out 2015 - 18h00

O Ministério da Saúde realiza campanha de prevenção das DSTs e Aids na Oktoberfest, na cidade de Blumenau, Santa Catarina. A ação, que começou nesta segunda-feira (05) e vai até 25 de outubro, mesmo período da festa, tem como objetivo chamar a atenção e conscientizar a população, especialmente os jovens, sobre a importância de usar camisinha, fazer o teste de HIV e o iniciar o tratamento, em caso de soropositividade.

Lançada em 1º de dezembro do ano passado (Dia Mundial de Luta contra Aids), a campanha já havia sido promovida no carnaval e nas festas juninas do nordeste, além da Festa do Peão em Barretos, São Paulo, e paradas de orgulho gays. Os materiais usam a gíria “#partiu teste”, linguagem típica da faixa etária dos jovens, prioritária para a campanha. As peças publicitárias para rádio, outdoor e rede sociais reforçam o conceito de prevenção combinada “camisinha + teste + medicamento”.

Pela primeira vez, o Ministério lançou uma campanha de prevenção ao HIV e Aids que se estende ao longo de todo o ano, abrangendo grande parte das festas populares brasileiras. A mobilização faz parte da nova estratégia do Ministério da Saúde de estender a campanha de prevenção para outras festas populares, além do carnaval.

NOVO PROTOCOLO – O diretor do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais, Fábio Mesquita, ressaltou que o Brasil está passando por uma revolução, desde o lançamento em dezembro de 2013 do novo protocolo de atendimento às pessoas com HIV e aids. “Em um ano, foi registrado aumento de 30% no número de pessoas que iniciaram o tratamento com antirretrovirais no Brasil. No período de um ano, o número de novos pacientes com acesso aos antirretrovirais passou de 57 mil, em 2013, para 74 mil novos tratamentos, em 2014” explicou.

Este ano, a adoção da política de combate ao HIV e aids no país comemora 30 anos de história. O Brasil tem adotado ao longo dos anos, e principalmente nos últimos dois anos, uma série de medidas de ampliação da testagem de HIV em populações chaves, além de facilitar o acesso de medicamentos, com a incorporação de novas formulações mais fáceis de serem utilizadas pelas pessoas vivendo com HIV e aids.

Essas políticas refletiram na redução da mortalidade e a morbidade do HIV. Desde 2003, houve uma queda de 15,6% na mortalidade dos pacientes com aids no país. A taxa caiu de 6,4 óbitos por 100 mil habitantes em 2003 para 5,7 óbitos por 100 mil habitantes em 2013.

NÚMEROS AIDS – Desde os anos 80, foram notificados 757 mil casos de aids no país. A epidemia no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 20,4 casos de aids, a cada 100 mil habitantes. Isso representa cerca de 39 mil casos novos ao ano. No Brasil, o coeficiente de mortalidade por aids caiu 13% nos últimos 10 anos, passando de 6,1 óbitos por 100 mil habitantes em 2004, para 5,7 casos em 2013.

Fonte: Assessoria Ministério da Saúde

GNet

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