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Mesmo nas águas calmas de Jurerê Internacional, pais devem ter cuidado com uso de boias

10 Fev 2012 - 12h04

Praia é sinônimo de diversão para os pequenos. Para evitar acidentes no mar, os pais devem ter atenção redobrada com o uso de boias em crianças. Em formato de animais ou para usar nos braços, os acessórios coloridos podem passar uma falsa impressão de segurança.

Mesmo nas águas calmas de Jurerê Internacional, no Norte da Ilha, a gaúcha Lisia de Marchi segue a risca as orientações dos Bombeiros quando vai a praia com a afilhada Luna da Silva, de quatro anos. A menina entrou no mar, com sua boia de cavalinho azul, com a vó Liliana de Marchi.

- Luna só entra na água com um adulto. Ela também tem boia de braço e colete salva-vidas, mas prefere a boia de sentar.

Conforme o comandante do Grupamento de Busca e Salvamento (GBS) dos Bombeiros, Helton de Souza Zeferino, os modelos infantis não são presos ao corpo e podem virar facilmente. As crianças podem se desequilibrar com a movimentação das ondas e cair da boia ou ficar de cabeça para baixo.

- As crianças não podem ficar sozinhas na água, independente se estão com boias, na parte rasa ou saibam na nadar. Elas não estão cientes dos perigos que o mar oferece.

Os pais também devem ficar alerta com as câmaras de ar e colchões infláveis, geralmente protagonistas de brincadeiras das crianças maiores e dos adolescentes.

- Quando o objeto flutuante vira, o reflexo é ir atrás para pegá-lo, muitas vezes em uma área mais funda.

Segunda causa de morte

O afogamento é a segunda causa de mortes por acidente entre crianças a adolescentes de até 14 anos no Brasil. A primeira é acidente de trânsito. O levantamento foi feito pela ONG Criança Segura com base nos números de mortalidade de 2009 do Ministério da Saúde.

Das 1.376 mortes por afogamento naquele ano, cerca de 45% ocorreram em águas naturais ( rios, lagos e mar). A piscina é o segundo principal perigo, representando 7% das mortes.

O banho de mar ideal

- Os pais devem acompanhar as crianças na água. Os Bombeiros ressaltam que "água no umbigo, sinal de perigo"


- A recomendação é procurar uma praia que tenha postos de guarda-vidas

- As famílias devem ficar a até 500 metros de distância desses postos

- Devem ser observadas as bandeiras na praia. Sinalização verde significa mar bom, a amarela aponta o mar ruim, que exige atenção. A bandeira vermelha alerta quando não se deve entrar no mar. Já as bandeiras na areia sinalizam os pontos perigosos da praia, onde há as correntes de retorno, que podem puxar para o fundo


- Quem cair na corrente de retorno deve nadar paralelamente à praia, para sair da corrente ou boiar e pedir por socorro.

DIÁRIO CATARINENSE

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