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Joinville recebe instalação de 100 km de gasoduto para uso residencial

21 Jul 2011 - 11h33

Nesta semana, a síndica Vera Lúcia Luciano Ginjo e os demais 87 proprietários dos apartamentos do residencial Eliza Köhntopp, no América, comemoraram seis anos da instalação da rede de gás natural no edifício. Hoje, ela diz que a mudança, que parecia problemática no começo, trouxe ótimos resultados para a economia de todos os moradores do prédio.

Confira os detalhes do projeto

A partir de 2013, joinvilenses de nove bairros que vivem em condomínios terão à disposição a mesma alternativa que Vera tem para esquentar o banho ou ligar o fogão.

A primeira fase do Projeto Joinville Urbano, desenvolvido pela SCGás, tem previsão de início das obras em janeiro do ano que vem. A etapa abrange os bairros Anita Garibaldi, Atiradores e Centro e terá pouco mais de 11 km de rede.

Em seguida, a empresa levará sua rede para o Bucarein, chegando ao América, Costa e Silva Saguaçu na terceira fase. Os bairros Santo Antônio e Glória vão ser beneficiados em menor proporção em um primeiro momento, pois as ruas que receberão os dutos têm poucos clientes em potencial, segundo a SCGás.

Até a conclusão do projeto, os investimentos da companhia devem chegar a mais de R$ 25 milhões em quase 100 km de tubulação que vai chegar a cerca de 300 condomínios.

No próximo dia 2, a SCGás e a Prefeitura de Joinville assinam o protocolo de parceria para realização das obras da primeira etapa do projeto. O primeiro passo para a instalação da rede marca a entrada da empresa no mercado de distribuição de gás natural em larga escala para prédios residenciais e estabelecimentos comerciais da cidade. Hoje, o gás natural só é oferecido em grande escala para indústrias e postos de gasolina.

O presidente da SCGás, Altamir Paes, diz que o potencial de sucesso da empreitada é grande.

- Sabemos que estamos em uma cidade que possui uma concentração de condomínios verticais crescente e um desenvolvimento econômico diferenciado e esse foi um dos critérios para a escolha.

Sai o botijão, entram os tubos amarelos

Para o consumidor, a chegada da SCGás pode significar menos despesas com as contas mensais. No caso de Vera e seus vizinhos, a economia com os custos de energia elétrica no chuveiro e com a dispensa do sistema de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) - usados nos botijões - chegou a mais de 30% desde a instalação do gás natural.

As faturas individuais custam, em média, entre R$ 20 e R$ 50 por mês, variando de acordo com o consumo de cada morador.


- Além de termos uma economia substancial na conta de luz, não precisamos mais ficar controlando se o gás está acabando, se ele precisa ser reabastecido como era com o GLP -, conta.

Por ter sido uma espécie de cobaia da SCGás, os custos para a instalação do sistema no edifício Eliza Köhntopp contaram com uma contrapartida dos moradores bem pequena.

Hoje, os custos para adaptação do sistema para o novo tipo de gás seriam de aproximadamente R$ 136,20 no caso dos fogões e de R$ 249 para os aquecedores de GLP, segundo a SCGás. A conversão pode ser paga na fatura do gás, em até 18 vezes sem acréscimos.

Vera conta que transição do GLP para o gás natural foi acompanhada pela equipe técnica da empresa e que o apoio dos moradores contribuiu para a rapidez da mudança.

- Fizemos um trabalho de usinagem em todos os fogões e aquecedores. Hoje acredito que é mais comum encontrar essas peças já funcionando para o gás natural. Nos dias da troca, era uma loucura. Mas foi bacana, porque os moradores compreenderam a importância e abraçaram a ideia.

Com a troca, o condomínio criou um depósito para a coleta de lixo, ocupando o espaço que antes chegava a ter 20 botijões.

Fonte: A Notícia

Premix Concreto

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