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Investe SC tem a missão de atrair empreendimentos para o Estado

26 Nov 2015 - 23h00
“Nossa meta é tornar Santa Catarina um dos principais Estados receptores de investimentos, trazendo empresas estratégicas que contribuam para o crescimento econômico, melhorando a qualidade de vida principalmente em regiões com menores índices de desenvolvimento humano”, disse o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Carlos Chiodini.

Realizada em Florianópolis, a solenidade reuniu cônsules, políticos, presidentes de federações, superintendentes dos portos catarinenses, empresários, entre outros. Para o deputado federal e coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense, Mauro Mariani, a parceria entre as entidades público e privada terá papel fundamental para a prospecção de empresas estrangeiras. “Santa Catarina sai mais uma vez na frente. É um modelo criativo, que conta com a excelência da Fiesc e a disposição política do Governo estadual”, frisou.

A Investe SC atuará para que o Estado tenha reconhecimento internacional, fortalecendo as cadeias produtivas. Para isso, estão sendo traçadas estratégias setoriais com atuação em rede. A agência conta com o Customer Relationship Management (CRM), ou seja, uma ferramenta de Gestão do Relacionamento com o Cliente, utilizada pelas maiores agências mundiais e com o portal: www.investe.sc.com.br .

“Nosso Estado é um dos mais industrializados do Brasil, mas precisamos fortalecer ainda mais a matriz econômica. Uma das formas é atrair elos faltantes da economia”, explica o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte. Em 2014, as importações catarinenses alcançaram o valor acumulado de US$ 16 bilhões, crescimento de 8,39% em relação ao ano anterior. Os principais produtos importados são borracha e plástico. Destes, apenas 38% é produzido em Santa Catarina, 8% é proveniente de outros Estados e 55% vem de outros países.

A Investe SC foi formulada nos modelos internacionais de sucesso, como a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) e o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Cingapura (EDB). “Criada há mais de 50 anos, a EDB teve papel fundamental no desenvolvimento de Cingapura, transformando-a em potência mundial”, conta Carlos Chiodini.

Segundo o secretário da SDS, há exemplos nacionais de desenvolvimento com atração de empresas para cidades com menores Índices de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). “Por exemplo, a cidade cearense de Sobral tinha um IDHM muito baixo em 1991, de 0,406. Vinte anos depois, com a instalação daempresa Grendene, de fabricação de calçados, o índice é alto, de 0,714”, detalhou.
GNet

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