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INSS

Gerente Regional do INSS diz que atendimento segue normal e que operação da PF não atingiu a Agência de Jaraguá do Sul

A manifestação oficial se deu por causa de uma operação da Polícia Federal, deflagrada para desarticular uma quadrilha que fraudava o INSS

16 Mai 2019 - 14h10Por Sérgio Luiz
Gerente Regional do INSS diz que atendimento segue normal e que operação da PF não atingiu a Agência de Jaraguá do Sul - Crédito: Sérgio Luiz Crédito: Sérgio Luiz

O gerente executivo da regional do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Altemir Cordeiro, veio à público esclarecer que nenhum servidor da Agência de Jaraguá do Sul tem qualquer envolvimento em fraudes na previdência. A manifestação oficial se deu por causa de uma operação da Polícia Federal, deflagrada para desarticular uma quadrilha que fraudava o INSS.

O que houve, segundo Cordeiro, foi a condução para esclarecimentos a PF, de um despachante previdenciário. Uma pessoa que atua de forma particular e faz os encaminhamentos para aposentadorias. O pronunciamento do responsável regional pelo INSS foi para preservar a imagem dos funcionários que estavam sendo constrangidos com brincadeiras maldosas.

Relembrando

Duas pessoas foram presas, na manhã desta terça-feira (14), em uma operação da Polícia Federal (PF) que investigou uma organização criminosa especializada em fraudar aposentadorias por idade, por tempo de contribuição e pensões por morte. Segundo a PF, eles eram agenciadores de aposentadoria.

O prejuízo causado pelo grupo é calculado em R$ 3,7 milhões, com o pagamento de 52 benefícios obtidos de forma fraudulenta. Além dos mandados de prisão, foram cumpridos 17 de busca e apreensão em Curitiba, Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), e Pontal do Paraná, no litoral do Paraná. Além de Jaraguá do Sul (SC), Erechim (RS) e Marcelino Ramos (RS).

Durante a investigação, foi identificado que a organização criminosa atuava pelo menos desde 2013, e era chefiada por um agenciador de aposentadorias, reincidente em crimes contra a Previdência.

Segundo a polícia, há indícios de que o esquema criminoso conte com a participação de dois servidores do INSS, três contadores, dois advogados e outros intermediários de benefícios previdenciários.


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Piermann - Maio