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Gângster quebra o silêncio após condenação em júri popular

05 Ago 2011 - 11h28

Minutos depois de ter sido condenado a nove anos e 11 meses de prisão, na noite desta quinta-feira, Davi Schroeder, conhecido como Gângster, falou à reportagem da Hora. Ele se mostrou insatisfeito com a decisão e alegou inocência. Ele foi a júri popular por tentativa de homicídio qualificado. Também conversou sobre outros temas, como PGC e tráfico de drogas. Leia a íntegra abaixo:

Hora de Santa Catarina - O que você tem a dizer em relação à condenação?
Gângster - Estou insatisfeito por ter sido condenado por algo que não fiz e vou morrer negando. Pelo menos terei a possibilidade de recorrer em liberdade, o que é um alívio.

Hora - O que aconteceu na noite de 11 de agosto de 2002, data em que você teria disparado contra os policiais?
Gângster - Eu estava voltando a pé do clube Guarani e fui abordado na rua. Me prenderam porque eu estava em liberdade condicional. Era conveniente para a polícia me acusar.

Hora - E durante a fuga do Hospital? O que houve?
Gângster - Eu estava sendo coagido, falavam que iriam me matar. Mas não vou entrar em detalhes.

Hora - E a sua relação com o PGC?
Gângster - Eu nego. Até que alguém prove o contrário, para mim essa facção não existe.

Hora - Por que o apelido Gângster?
Gângster - Me rotularam por causa de uma jaqueta que eu costumava usar.

Hora - E a acusação de tráfico de drogas?
Gângster - Eles têm cinco meses de filmagem que não provam nada contra mim. Nunca pegaram droga nenhuma na minha casa nem na casa da minha sogra. Vasculharam tudo. Fui pego como bode expiatório. Nunca procuraram saber a minha versão.

 

HORA DE SANTA CATARINA

Premix Concreto

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