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Exposição marca 180 anos de nascimento de Victor Meirelles

22 Ago 2012 - 21h52

Os 180 anos de nascimento do pintor catarinense Victor Meirelles, ocorrido em 18 de agosto de 1832, estão sendo celebrados com a exposição "Tributo a Victor Meirelles", que ocorre no museu que leva seu nome, situado no centro de Florianópolis, na rua que seus conterrâneos escolheram para homenagear o maior pintor do Império. A exposição vai até 16 de setembro e é aberta ao público de terça a sexta-feira, das 10 às 18 horas, e das 14 às 18 horas nos sábados, domingos e feriados.


Além de obras do catarinense, a exposição exibe trabalhos dos seus mestres europeus e alunos brasileiros. Entre elas, alguns desenhos que compõem os Estudos de Traje Italiano, da época em que Victor Meirelles estudou na Itália, e uma cópia da Primeira Missa do Brasil, o mais famoso quadro do pintor. O museu também exibe duas obras recém doadas pela historiadora Sara Regina Poyares dos Reis, uma do próprio artista e outra de um aluno da Academia Imperial.

O pioneiro

A Primeira Missa no Brasil inaugurou a participação brasileira nos salões de Paris, em 1861, mas Victor Meirelles eternizou outros momentos fundamentais da história do país, como a Passagem de Humaitá, o Combate Naval de Riachuelo e a Batalha dos Guararapes. De talento precoce - revelado aos 14 anos - o catarinense logo foi admitido na Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e se tornou o pintor preferido do imperador Dom Pedro II. Em 1852 venceu o concurso promovido pela Academia Imperial e no ano seguinte embarcou para Europa, como pensionista da Academia, permanecendo no Velho Continente até 1861. Quando voltou ao Brasil, foi nomeado professor de Belas Artes e passou a dedicar grande parte do seu tempo a ensinar sua arte aos jovens pintores.

O Museu

A casa em que nasceu o pintor, nas proximidades da Praça XV, em Florianópolis, e que hoje abriga o Museu homônimo, pertencia ao pai de Victor, o imigrante português Antônio Meirelles de Lima, que sustentava a família vendendo mercadorias na parte térrea da casa. A historiadora Sara Regina recordou que há mais de 30 anos, quando visitou a casa pela primeira vez, havia um balcão, do qual, possivelmente, a família Meirelles atendia a vizinhança. Mais tarde, não se sabe se antes ou depois da morte do pintor em 1903, o irmão Virgilio Meirelles vendeu a casa para uma família de imigrantes italianos. Atualmente, o imóvel que pertenceu à família Meirelles está sob a responsabilidade do Instituto Brasileiro de Museus. Apesar de dispor de orçamento próprio, não é difícil encontrar problemas, como por exemplo o apodrecimento da parte debaixo das portas que dão acesso à rua Saldanha Marinho.

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