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Geral

Enquanto alguns reclamam outros arregaçam as mangas e fazem aquilo que os governos recebem para executar

07 Fev 2013 - 11h33

O aposentado Pedro Francisco de Souza, 72 anos, morador da Rua Alvim Carlos Kruger, no Bairro Barra do Rio Cerro esbanja vitalidade, apesar de ter feito uma cirurgia cardíaca em dezembro de 2012, para implantar três pontes de safena. Isso que já tinha outras quatro. O que não o impede de fazer o que poucos de propõem. Ele cuida sozinho de uma área de preservação em frente a casa onde mora. No local, planta flores, frutas e verduras, mantendo limpa uma vasta área. Quando encontra algo que não está de acordo, não corre reclamar, ele conserta. Foi assim em um ponto de ônibus do bairro. O assento usado pelos passageiros estava quebrado, oferecendo risco de acidente. Ele não pensou duas vezes, e utilizando um capim para medir a altura do chão até o assento, foi em casa e cortou as madeiras que iria precisar e fez os pés que hoje reforçam a estrutura. Ele recorda que uma senhora aguardava o ônibus, sentada no banco já inclinado.

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Outro exemplo de pessoas que não esperam, mas fazem, vem do mesmo bairro. O Casal Inwaldo Jüngton e Wali Lindemann Jüngton, ambos de 71 anos. Há 10 anos mantêm limpo um terreno baldio, que não é da família, na Rua Henrique Boeder. Nascidos no Rio da Luz III, onde se conheceram, trabalharam muito tempo na roça até mudarem para a cidade onde se aposentaram trabalhando numa malharia. Mas sempre mantiveram os hábitos simples e a paixão pela agricultura. Os vizinhos agradecem. No terreno eles plantam milho, feijão, chuchu, aipim, batata doce e outros alimentos. O que não consomem, distribuem na vizinhança, conforme a senhora Wali Jüngton .

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SÉRGIO LUIZ

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