Caraguá
Encontro Empresarial de Jaraguá do Sul

Encontro Empresarial debate cenários e propõe reflexões sobre o Brasil

23 Set 2016 - 14h37
Encontro Empresarial debate cenários e propõe reflexões sobre o Brasil   -
Economista-chefe da XP Investimentos, ela vai falar sobre o cenário atual e as perspectivas para o Brasil, abordando o tema “Quadro econômico: cenários e reflexões” em painel com as participações do presidente da Fecomércio Bruno Breithaupt e do vice-presidente da FIESC Mário Cézar de Aguiar, e mediação do presidente da ACIJS Giuliano Donini.

Informações e inscrições pelo telefone (47) 3275-7027 e pelo e-mail eventos@acijs.com.br.

As credenciais custam R$ 60,00 para nucleados e R$ 80,00 para associados e demais interessados - 20% da renda serão revertidos para a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Jaraguá do Sul.

Doutora em economia pela Universidade de São Paulo, Zeina Abdel Latif é reconhecida como uma das economistas mais renomadas do País na atualidade. Além de atuar na XP Investimentos, é sócia da Gibraltar Consulting e colunista no jornal Estado de S. Paulo.

Em artigos e palestras por onde passa, a especialista tem analisado os cenários que cercam o atual momento brasileiro.

“A política e a sociedade estão em descompasso, o que atrapalha a necessária correção de rumos da economia e avanço em uma agenda progressista. Há razões, no entanto, para algum otimismo”, aponta a especialista em artigo no “Estadão”.

Segundo Zeina Latif, ao comentar a desorganização econômica ainda no governo Dilma, “a crise econômica sem precedentes abalou alicerces. Empresas enfrentam problemas financeiros e chefes de famílias perdem o emprego. O impacto, no entanto, não se limita às dificuldades cotidianas que tiram o sono de muitos. O fracasso da agenda econômica de Dilma – de intervencionismo, indisciplina fiscal e experimentalismo descuidado – vem também chacoalhando antigas convicções e despertando aqueles que discordavam dos rumos do país, mas estavam acomodados”.

Prossegue na análise assinalando que “o setor produtivo, que promoveu um sofrido e expressivo ajuste, com corte de custos, demissões e reestruturações internas, quer agora garantias de que o país não passará por esta experiência novamente. Querem seguir adiante, e numa trajetória menos acidentada e com menor risco de retrocessos. O governo anterior não admitiu os erros e o novo governo ainda não tem conseguido expor para a sociedade a herança recebida e as graves distorções no campo fiscal, e assim explicar a necessidade de ajuste. Essas posturas podem adiar o amadurecimento do país, mas não o impede”.

A economista diz que “o país está mudando, o que por si só já é de grande importância. O movimento em direção a reformas modernizantes parece inevitável. O que não sabemos é a sua velocidade”.

 

 

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