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Bin Laden planejou ataque a Obama antes de morrer, diz jornal

16 Mar 2012 - 19h19

O líder do grupo radical islâmico Al Qaeda, Osama bin Laden, planejou um ataque ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pouco antes de morrer, em maio de 2011, segundo informa o jornal "Washington Post" nesta sexta-feira.


De acordo com a publicação, Bin Laden queria atacar o Air Force One, o avião presidencial, causando a morte do presidente americano e do diretor da CIA, David H. Petraeus. A informação saiu de uma carta do líder terrorista para seu principal responsável militar, Atiyah Abd al Rahman.

"A razão para que concentremos neles é que Obama é o líder da infidelidade e matá-lo automaticamente faria [o vice-presidente americano Joe] Biden renunciar. Como ele é totalmente despreparado para assumir o posto, isso levaria os Estados Unidos a uma crise", afirma Bin Laden, na conversa interceptada.

Sobre Petraeus, afirmou que era "o homem do momento" e matá-lo poderia alterar os planos de guerra no Afeganistão. Consultados pelo "Washington Post", as autoridades americanas informaram que o plano nunca foi uma grande ameaça.

O ataque seria organizado pelo terrorista paquistanês Ilyas Kashmiri, morto um mês após Bin Laden, em um bombardeio de um avião não tripulado americano. O jornal diz que o plano provavelmente teria falhado, pois a Al Qaeda não possuía armas para derrubar o avião do presidente.

COMUNICADO

Em um comunicado de 48 páginas, o líder terrorista pede ao responsável militar para focar os esforços para liderar ataques nos Estados Unidos e pediu que buscassem algum membro da organização que operasse no país ou que tivesse acesso fácil a território americano.


Os analistas americanos consultados pelo "Washington Post" não tinham evidências de que os planos se concretizaram. "A organização tinha pouca habilidade de planejar, organizar e executar planos complexos ou ataques catastróficos, mas a ameaça persistia".

Bin Laden ainda teria pedido que lideranças do grupo radical saíssem de áreas tribais do Paquistão, intensamente bombardeadas por aviões não tripulados americanos, para outras regiões, mais remotas e distantes.

O documento também mostra a preocupação da imagem da Al Qaeda entre os muçulmanos pelas ações americanas no Afeganistão e no Iraque, e pensava mudar o nome da organização para recuperar o apoio islâmico.

FOLHA.COM.BR

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