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Alunos Maristas de Jaraguá participam de atividades voluntárias em São José

19 Jan 2017 - 10h54
Alunos Maristas de Jaraguá participam de atividades voluntárias em São José -

Este ano, o período de férias escolares para aproximadamente 500 jovens maristas será um pouco diferente: durante uma semana, entre os dias 15 e 21 de janeiro, eles deixarão de lado o descanso dos estudos para vivenciar a rotina de moradores de comunidades em situação de vulnerabilidade social em cinco diferentes cidades brasileiras: Almirante Tamandaré (PR), Londrina (PR), São José (SC), Chapecó (SC) e São Paulo (SP).

As atividades fazem parte da Missão Solidária Marista (MSM), realizada todos os anos, desde 2005, com o objetivo de promover a educação para a solidariedade, a partir de uma experiência vivencial de aprendizado recíproco e dialógico. Por uma semana, jovens de Unidades Sociais e Educacionais da Rede Marista de Solidariedade, Colégios Maristas, TECPUC, PUCPR e Católica de Santa Catarina fazem uma imersão em realidade desafiadora, sobretudo de vulnerabilidade social.  A atividade proporciona a partilha de vida entre jovens e comunidade, a fim de despertar o senso crítico, a sensibilidade solidária e a espiritualidade de ambos.

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Segundo Diogo Galline, do Setor de Pastoral do Grupo Marista, ao participarem da MSM, os jovens retornam para suas realidades com um olhar mais aguçado e crítico às injustiças sociais existentes em seu entorno. “Após esta vivência esses jovens podem agir como agentes de transformação social. Essa participação é uma forma possível de tornar real o desejo de um mundo mais fraterno a todos”, pontua.

Os Alunos Maristas de Jaraguá do Sul viajaram para São José onde durante toda a semana ficarão nas casas de famílias da região e participarão de troca de experiências de vida com os moradores e ações voluntárias com crianças e adolescentes, além da revitalização de espaços de convivência. 


Projetos como a MSM fazem parte da essência do Instituto Marista, que, em 2017, completa 200 anos de história. Segundo Diogo, o início da obra se deu a partir do sonho de seu fundador, São Marcelino Champagnat, de educar crianças e jovens, sobretudo em situação de vulnerabilidade social. “Espera-se que, com a missão, jovens e comunidade acolhedora sejam propagadores da dignidade humana por um mundo mais fraterno e justo, contribuindo assim com o pedido feito pelo Papa Francisco: a instalação de uma “cultura para a solidariedade”.  

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