Trânsito

1 em cada 4 motoristas admite dirigir após beber, diz pesquisa

02 Set 2016 - 12h37
Uma pesquisa feita a pedido da concessionária de rodovias Arteris mostrou que 26% dos motoristas entrevistados admitem dirigir após consumir bebidas alcóolicas. Isso representa praticamente 1 em cada 4 habilitados no Brasil.

O levantamento feito pela Limite Consultoria e Pesquisas ouviu 1.030 pessoas entre 15 e 26 de agosto.

A maior incidência de motoristas que bebem e dirigem é entre homens, com 30,7%, contra 18,3% de mulheres. A principal faixa etária de quem comete a infração é de até 45 anos, com 28,5%.

A pesquisa também questionou os motoristas se eles sempres respeitam os limites de velocidade. Neste caso, 48,7% dos entrevistados afirmaram que dirigem acima da velocidade permitida.

Os entrevistados também foram questionados sobre o uso de celular no trânsito, e mais da metade, 51,8%, afirmou usar o aparelho enquanto conduz o veículo, ainda que raramente.

Por outro lado, 60,5% do público afirmou sempre respeitar as leis de trânsito, mas 30% dos entrevistados admitiu ter sido multado nos 12 meses anteriores.

Segurança
A pesquisa também questionou motoristas sobre o uso de dispositivos de segurança. Apenas um em cada 10 condutores não usa o cinto de segurança. Porém, o índice dos que cobram o uso do cinto para os passageiros é bem menor, de apenas 31,1%, ou pouco menos de um terço dos entrevistados. Já entre os motociclistas, 90% dos entrevistados afirmou usar sempre o capacete.

Punições mais pesadas
Em maio, a ex-presidente Dilma Rousseff sancionou medidas que endurecem as punições previstas no Código Brasileiro de Trânsito (CTB), principalmente com aumento no valor das multas, que começa a valer em novembro deste ano.

A punição para o motorista que for flagrado falando ou "manuseando" o telefone passará de média para gravíssima; Ou seja, a multa que era de R$ 85,13 (média antiga) passará para R$ 293,47 (gravíssima nova).

A redação do código de trânsito incluiu a palavra "manuseando" para punir também quem manda mensagens de texto ou fica olhando as redes sociais ao volante.

Quando a mudança entrar em vigor, as multas mais pesadas, dadas a infrações gravíssimas com multiplicador de 10 vezes, passam a ser de R$ 2.934,70. Este é o valor previsto para quem é pego disputando racha ou forçando a ultrapassagem em estradas, por exemplo.

Também poderá pagar o valor máximo quem se recusar a fazer teste de bafômetro, exame clínico ou perícia para verificar presença de álcool ou drogas no corpo. Neste caso, se ele for reincidente em menos de 12 meses, a multa será dobrada, chegando a R$ 5.869,40. Informações do G1.

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