ECONOMIA

Vale diz que tomará medidas para restabelecer atividade do porto em Mangaratiba

11 Mar 2019 - 16h52Por Renata Batista

A Vale informa que irá tomar todas as medidas cabíveis para restabelecer as atividades no terminal portuário da Ilha de Guaíba, em Mangaratiba (RJ). De acordo com a companhia, o terminal possui todas as licenças necessárias para a sua operação.

Pela segunda vez este ano, a prefeitura do município determinou, na manhã desta segunda-feira, 11, a suspensão das atividades do terminal. A Secretaria de Meio Ambiente alega que a empresa não possui as licenças necessárias e também multou a empresa em R$ 30 milhões.

Guaíba é o maior ponto de escoamento de produção da Vale no Rio de Janeiro, com capacidade para escoar 70 milhões de toneladas de minério de ferro/ano. Também em Mangaratiba, a mineradora opera o terminal da CPBS, com capacidade para 25 milhões de toneladas. Os dois portos de Mangaratiba, junto com o porto de Tubarão, no Espírito Santo, são utilizados para garantir o escoamento da produção dos sistemas Sul e Sudeste da empresa.

Após o rompimento da barragem de Brumadinho, a empresa retirou cerca de 40 milhões de toneladas/ano de produção. A suspensão da operação da mina de Brucutu, que tem capacidade para cerca de 45 milhões/ano, também reduz a produção na região, mas a expectativa de analistas ouvidos pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, é que a mineradora consiga as licenças necessárias para a retomada de Brucutu.

Premix Concreto

Matérias Relacionadas

Economia

Prazo para entregar declaração do Imposto de Renda começa hoje

Receita espera receber 32,6 mi de declarações até 30 de abril
Prazo para entregar declaração do Imposto de Renda começa hoje

Mega-Sena sai para um apostador que ganha 49 milhões

Próximo sorteio será quarta-feira
Saúde

Entidades empresariais manifestam apoio ao decreto do Governo do Estado

Saúde

Jaraguá terá novas medidas contra covid-19 a partir de 1º de março

Medida terá validade por 15 dias
Jaraguá terá novas medidas contra covid-19 a partir de 1º de março
Ver mais de Economia