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Economia

Indústria de SC reforça defesa pela aprovação da nova previdência

Durante reunião de diretoria da FIESC, nesta sexta-feira (26), empresários do setor definiram que farão mobilização pela aprovação do projeto que está no Congresso

26 Abr 2019 - 15h04Por Fiesc
Encontro contou com a participação do deputado Darci de Matos, que destacou necessidade de esclarecer população sobre o que pode acontecer caso reforma não ocorra - Crédito: Fernando WilladinoEncontro contou com a participação do deputado Darci de Matos, que destacou necessidade de esclarecer população sobre o que pode acontecer caso reforma não ocorra - Crédito: Fernando Willadino

A indústria catarinense reforça a defesa pela aprovação da nova previdência em tramitação na Câmara dos Deputados. O assunto foi debatido em reunião de diretoria da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), nesta sexta-feira (26), em Florianópolis, com a presença do deputado Darci de Matos, membro efetivo da comissão especial criada pela Câmara para discutir a reforma.

“Estamos elegendo como prioridade. É importante apoiar e esclarecer a necessidade e a coerência dessa reforma. Cabe a nós nos engajarmos efetivamente nessa campanha para esclarecer a opinião pública. Isso é um bem para o país”, afirmou o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar. Ele ressaltou que a aprovação da previdência também abre caminho para outras reformas que o país precisa, como a tributária e a política, e eleva a confiança para a volta dos investimentos, que contribuem para o aquecimento da economia.

“É preciso fazer e vamos fazer a reforma. Vai ser duro, mas vamos aprovar”, resumiu Darci de Matos, lembrando que ela tem o objetivo de cortar privilégios. “A previdência tem um conceito de solidariedade. Quem ganha mais subvenciona quem ganha menos. E vai definir uma idade mínima. Temos que buscar o equilíbrio, a racionalidade e a responsabilidade”, avaliou ele, salientando que a proposta em debate deve ter alterações em alguns pontos, como no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e na aposentadoria rural. “A reforma vai sair, mas não pode ser desidratada. Deve ter uma economia mínima de R$ 800 bilhões em 10 anos”, completou.


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