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ECONOMIA

Correção: Tembici, que opera bikes do Itaú, expande operações na América do Sul

28 Fev 2019 - 17h08Por Bruno Romani

A nota enviada anteriormente, na terça-feira, 26, contém uma incorreções no texto e no título. O investimento de US$ 120 milhões para expansão das atividades da Tembici na América do Sul será feito pela própria startup, e não pelo Itaú, como havia sido informado, sendo que parte não revelada dos recursos virá de um patrocínio do banco. Seguem título e o texto corrigidos e ampliados.

A Tembici, startup brasileira que opera as bicicletas do Itaú em São Paulo, expandirá suas atividades na América do Sul por meio de projetos em Buenos Aires, na Argentina, e Santiago, no Chile. As novas operações serão realizadas com investimentos de US$ 120 milhões feitos pela startup - parte não revelada dos recursos virá de um patrocínio do Itaú.

A Tembici, vale dizer, é uma empresa independente que mantém acordos pontuais com o Itaú e outras marcas para operações de projetos de transporte; hoje, a startup está em 15 cidades diferentes do País.

"Estamos investindo US$ 50 milhões no projeto de Santiago e US$ 70 milhões em Buenos Aires, para que tenhamos no Chile e Argentina o mesmo padrão de tecnologia e operação que nos fez ser reconhecidos como o melhor sistema de bicicletas compartilhadas do Brasil", afirmou Tomás Martins, presidente-executivo da Tembici.

A Tembici ganhou em julho do ano passado o direito de operar o sistema de bicicletas públicas de Santiago em julho de 2018. Na mesma época, a companhia venceu a licitação para operar o sistema de bicicletas compartilhadas de Buenos Aires, o Ecobici.

A startup já iniciou suas atividades nas duas cidades. No começo de fevereiro, a companhia iniciou o projeto de ampliação do sistema de Santiago, que terá no total 350 estações e 3.500 bicicletas até maio deste ano. Nesta segunda, 25, ela inicia a operação em Buenos Aires, onde implantará nova tecnologia e ampliará a rede para 400 estações e 4.000 bicicletas.

A troca no sistema das bicicletas custará US$ 12 milhões em Santiago e US$ 25 milhões em Buenos Aires. A tecnologia das estações e bicicletas, batizada de PBSC Urban Solutions, visa diminuir a necessidade de manutenção dos aparelhos. Essa mesma tecnologia já está presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Porto Alegre, Salvador, Vila Velha e Riviera de São Lourenço.

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