ECONOMIA
Bracher: há disposição no governo para levar Brasil a maior equilíbrio fiscal
O presidente executivo do Itaú Unibanco, Candido Bracher, disse que enxerga trabalho e uma disposição grande do governo de Jair Bolsonaro de levar o País a uma estrada de maior produtividade, competitividade e maior equilíbrio fiscal. Como exemplos, citou, durante encerramento de evento promovido pelo banco, a reforma da previdência, o projeto de independência do Banco Central, que tende a melhorar a governança, e ainda uma abertura maior da economia brasileira.
"O secretário especial Salim Mattar nos deu um banho de entusiasmo com as perspectivas que a privatização pode atingir no Brasil. Isso nos mostra que efetivamente temos possibilidade de termos um País muito mais produtivo dentro de alguns anos e que esteja à altura da economia que se criou internamente", ressaltou o presidente do Itaú.
Ele lembrou que há dez anos tinha início a crise financeira global enquanto Itaú e Unibanco começavam a trabalhar na fusão que criou o maior banco da América Latina e ainda a maior transação financeira já ocorrida no Brasil. Bracher mencionou o fato de o banco estar bem posicionado em relação aos seus pares, mas que agora busca figurar entre as mais bem avaliadas empresas globais em termos de satisfação ao cliente, o que o Itaú chama de "mudar de liga". "Temos um caminho a percorrer de maneira séria e célere", concluiu Bracher.
Matérias Relacionadas
Geral
Audiência pública debate o polêmico projeto de novo porto em São Francisco do Sul
O encontro foi convocado pela Promotoria de Justiça de São Francisco do Sul em conjunto com a Promotoria Regional do Meio Ambiente de Jaraguá do Sul

Economia
Veja quem tem direito a acessar o novo Desenrola
Nova fase terá duração de 90 dias e prevê descontos de até 90%

Geral
FGTS é liberado para moradores de Luiz Alves atingidos por temporal em janeiro

Economia
Com a queda do dólar, ainda faz sentido investir no exterior?
Quando a moeda americana recua, é natural que surja a sensação de que o melhor momento já passou. Mas, na prática, decisões de investimento não devem ser guiadas apenas pelo movimento do câmbio

