ECONOMIA

Bolsas de NY fecham quase estáveis, preocupadas com EUA-China e Apple no radar

14 Mar 2019 - 19h45Por Gabriel Wainer

As bolsas de Nova York fecharam perto da estabilidade, mas sem sinal único, nesta quinta-feira, 14, com os investidores intensificando suas preocupações com as negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China, após o presidente americano, Donald Trump, ter dito na quarta-feira à noite a repórteres da Casa Branca que "não está com pressa" para fechar um acordo comercial. Por outro lado, a ação da Apple se destacou.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,03%, em 25.709,94 pontos, o S&P 500 caiu 0,09%, em 2.808,48 pontos, e o Nasdaq recuou 0,16%, a 7.630,91 pontos.

Entre as principais ações que movimentaram o mercado estiveram a Boeing, que após apresentar leve recuperação no pregão de quarta voltou a cair, fechando em queda de 1,02%. A empresa busca ainda lidar com as dúvidas sobre seu modelo 737 MAX, após o grave acidente aéreo na Etiópia no domingo. Já a farmacêutica Pfizer registrou a maior queda do dia, de 1,95%, em meio a temores de alguns no mercado sobre maiores regulações no setor de saúde nos EUA. Facebook, por sua vez, caiu 1,85% após o jornal The New York Times informar que um grande júri sob a supervisão de promotores de Nova York realiza uma investigação criminal sobre as práticas de compartilhamento de dados da rede social.

Os setores de tecnologia e finanças ajudaram a conter as perdas. As maiores altas do dia foram da Visa, que subiu 1,13%, da Apple, que avançou, 1,11%, e do J.P. Morgan, que teve alta de 0,91%. No caso da Apple, ajudou a avaliação do Morgan Stanley de que as vendas de iPhone na China mostram sinais de estabilização.

Sobre a China, a mudança de tom do presidente americano sobre as negociações comerciais entre os dois países fez com que os investidores ficassem mais cautelosos. Quarta à noite, Trump disse a repórteres na Casa Branca que "não está com pressa" para fechar um acordo, acrescentando ainda que o presidente chinês, Xi Jinping, sabe que ele não aceitará um acordo fraco, como fez no mês passado após a reunião de cúpula de Hanói com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, sobre a desnuclearização da Península Coreana.

Nesta quinta, o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, afirmou que o encontro entre Trump e Xi não deve ocorrer no fim de março como anteriormente sugerido, já que ainda há trabalho a ser feito no diálogo entre os países para se chegar a um acordo. A declaração foi dada a repórteres após audiência no Senado americano, em Washington.

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