ECONOMIA

Bolsas de NY fecham em queda após oscilarem entre ganhos e perdas

05 Mar 2019 - 19h41Por Leticia Pakulski

As bolsas de Nova York fecharam em baixa nesta terça-feira 5, depois de oscilarem entre ganhos e perdas durante o pregão. Dados divulgados ao longo dia chegaram a aplacar temores sobre a economia norte-americana, dando impulso às ações nos Estados Unidos, mas os principais índices do mercado acionário terminaram o dia em leve queda. Investidores ainda estão preocupados com o resultado das negociações comerciais em curso entre os EUA e a China.

O Dow Jones fechou em queda de 13,02 pontos (-0,05%), aos 25.806,63 pontos, enquanto o S&P 500 caiu 3,16 pontos (-0,11%), aos 2.789,65 pontos. O Nasdaq, por sua vez, terminou em baixa de 1,21 ponto (-0,02%), aos 7.576,36 pontos.

As ações da Target subiram 4,58% depois que a gigante do varejo registrou vendas no quarto trimestre acima do esperado, enquanto os papéis da fabricante de carros elétricos Tesla caíram 3,09% após o analista Brian Johnson, do Barclays, ter reduzido o preço-alvo das ações da empresa de US$ 210 para US$ 192.

Entre as notícias do dia, as vendas de moradias novas nos EUA registraram alta de 3,7% em dezembro ante novembro, para a taxa anual sazonalmente ajustada de 621 mil unidades, segundo pesquisa divulgada hoje pelo Departamento do Comércio. Analistas consultados pelo Wall Street Journal previam um total de 605 mil unidades. O relatório foi adiado por causa da paralisação parcial do governo federal.

Esses números de vendas de moradias eram ansiosamente esperados porque "eles têm sido um dos elos fracos da história econômica dos EUA no último ano e meio", segundo David Donabedian, diretor de investimentos da CIBC Private Wealth Management.

Separadamente, o índice de atividade do setor de serviços dos EUA elaborado pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês) subiu de 56,7 em janeiro para 59,7 em fevereiro, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira. O resultado superou a expectativa de analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam alta menor do indicador, a 57,2.

Os dados ajudaram a aplacar temores de que a expansão nos EUA possa estar perdendo força. Esses temores, aliados às preocupações com negociações comerciais, contribuíram para a recente pausa no rally observado em 2019 nos mercados de ações.

Os recibos das ações da Vale negociados em Nova York, os ADRs, subiram 1,93% nesta terça-feira. No noticiário, o ativo foi favorecido pela nova previsão do Morgan Stanley para o preço do minério de ferro em 2019, que subiu quase um terço para US$ 81 a tonelada. Segundo os analistas do banco, o preço maior é consequência da queda da produção da Vale após a tragédia em Brumadinho, em Minas Gerais.

Na direção contrária, as ações da General Electric terminaram em baixa de 4,72%, depois que o presidente da companhia, Larry Culp, afirmou durante conferência com analistas que o fluxo de caixa livre industrial em 2019 ficará negativo. De acordo com a rede de notícias CNBC, Culp participava de uma conferência do J.P.Morgan. (Com informações da Dow Jones Newswires)

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