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ECONOMIA

Bolsas da Europa: ganhos prevalecem no fechamento à espera de acordo EUA-China

04 Mar 2019 - 15h21Por Sergio Caldas

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, 4, reagindo a sinais de que Estados Unidos e China estão cada vez mais próximos de superar suas desavenças comerciais. O índice pan-europeu Stoxx 600 subiu 0,22%, a 375,08 pontos.

No domingo, o Wall Street Journal publicou que EUA e China "estão no estágio final" de discussões para fechar um acordo comercial. Pequim teria oferecido reduzir tarifas sobre produtos americanos de categorias que vão de produtos químicos a automóveis. Washington, por sua vez, estaria considerando eliminar a maioria das punições tarifárias impostas a bens chineses no ano passado.

Reforçando a expectativa de um acordo sino-americano, o diretor do Conselho de Assuntos Econômicos da Casa Branca, Kevin Hassett, disse à Fox Business que os dois lados estão trabalhando para chegar a um entendimento "em algum momento em breve".

Em Londres, o índice FTSE-100 avançou 0,39%, encerrando o pregão a 7.134,39 pontos. O dia também foi de ganhos em Paris (alta de 0,41% do PCAC-40, a 5.286,57 pontos), em Milão (alta de 0,11% do FTSE-Mib, a 20.718,30 pontos) e em Lisboa (alta de 0,72% do PSI-20, a 5.276,13 pontos).

Os mercados da Alemanha e Espanha, no entanto, viraram no fim dos negócios, num momento em que as bolsas de Nova York foram às mínimas do dia após notícia de que o Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes abriu uma nova investigação sobre obstrução de Justiça, corrupção e abuso de poder pelo presidente dos EUA, Donald Trump, suas empresas e pela Casa Branca.

O alemão DAX-30 caiu 0,08% em Frankfurt, a 11.592,66 pontos, enquanto o espanhol IBEX-35 recuou 0,09% em Madri, a 9.259,80 pontos.

A agenda de indicadores da Europa desta segunda-feira trouxe de mais relevante os últimos dados sobre inflação ao produtor da zona do euro, que superaram as expectativas em janeiro. No mês passado, a taxa anual foi de 3%, um pouco acima do acréscimo de 2,9% previsto por analistas. (Com informações da Dow Jones Newswires)

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