Clima quente aumenta a incidência de doenças respiratórias

Precisamos evitar choques térmicos, ar muito gelado e ambientes nos quais ficamos confinados com muitas pessoas.

04 Dez 2018 - 07h30Por Márcio Freitas

Geralmente, as doenças respiratórias são associadas aos períodos de mais frio. Mas, engana-se quem pensa que, no verão, está totalmente a salvo delas. É que esses problemas também são bastante comuns durante a estação mais quente do ano e já começam a levar um número maior de pacientes aos consultórios médicos.

Isso acontece por causa das oscilações frequentes nas temperaturas registradas durante a transição entre a primavera e o verão. Juntamente com o uso mais frequente do ar condicionado, que se intensifica nos dias quentes, surgem as IVAS (Infecções das Vias Aéreas Superiores). Juntas, essas situações formam um gatilho para doenças como pneumonia, gripe, sinusite e bronquite.

Como agravante, a umidade intensa que já é rotina no ar de Jaraguá do Sul e região aumenta a chance de propagação de partículas de vírus. Por isso, é necessário tomar cuidados adicionais na rotina para evitar os problemas, que podem ser ainda mais graves em crianças e idosos. Em resumo, precisamos evitar choques térmicos, ar muito gelado e ambientes nos quais ficamos confinados com muitas pessoas.

Outra dica é prestar atenção aos cuidados com a higiene, mantendo as mãos sempre limpas. Mesmo no calor, casas e escritórios devem ser arejados e, de preferência, receber sol.

Nos casos mais graves, as doenças respiratórias levam à febre alta, falta de ar e prostração. Em geral, também ocasionam tosse, secreção nasal, dor de cabeça e chiado na respiração. O tratamento exige medicação adequada e, muitas vezes, antibióticos. Por isso, é recomendado consultar um médico quando os primeiros sintomas aparecerem.