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Mesmo com Maradona ou Messi em campo, Argentina se apequena no Brasil

10 Nov 2016 - 14h37
Desde que Diego Maradona estreou pela Argentina, em 1979, foram quatorze Superclássicos realizados desde então dentro do Brasil. E o aproveitamento é extremamente favorável à seleção brasileira.

Com nove vitórias, quatro empates e apenas uma derrota - mesmo assim, em 1998, sem Maradona ou Messi em campo -, o Brasil leva sorte quando enfrenta seu maior adversário em terras tupiniquins.

Em campo neutro, desde 1979, a superioridade também é verde e amarela: seis triunfos, três empates e quatro derrotas. Os confrontos foram em países como Estados Unidos, Venezuela, China, Catar, Peru, Chile e Uruguai.

Já em terras argentinas, a vantagem é da equipe da casa. Em 12 duelos, cinco vitórias do time local, cinco igualdades e apenas dois triunfos brasileiros.

Apesar de Messi ainda não ter vencido a seleção atuando aqui, o lateral Daniel Alves, que ganhou tudo com o argentino no Barcelona, preferiu ter cautela.

"Felizmente, para mim o Messi sempre arrebentava, esse é o grande problema. Espero que não esteja no melhor dia, acontece muito na nossa vida. Mas se estiver no melhor momento vamos tentar neutralizá-lo, vamos tentar competir. Isso de medo no futebol já passou de fase, estamos em outra e vamos procurar competir como requer esse grande jogo e vamos tentar sair daqui com a vitória e dar passos gigantescos rumo ao nosso objetivo", analisou o lateral direito.

Diego Maradona foi o responsável por destruir a chamada era Dunga na Copa do Mundo de 1990, na Itália. Mas durante a trajetória na albiceleste, que durou de 1976 a 1994, fez muito menos em confrontos contra o Brasil do que Lionel Messi.

Foram seis jogos: uma vitória, dois empates e três derrotas. O único triunfo, entretanto, foi marcante, quando deu passe para Caniggia marcar na vitória por 1 a 0, no estádio Delle Alpi, em Turim, eliminando o Brasil nas oitavas de final do Mundial 1990. Gol, apenas um, no Mundialito de 1980.

Já Messi tem números, apesar de nada bons, melhores do que Maradona. Foram sete confrontos, com duas vitórias, um empate e quatro derrotas, com quatro tentos marcados.

Por outro lado, Messi costumava se dar bem em jogos em outras categorias. Como em 2008, quando eliminou o Brasil na semifinal dos Jogos Olímpicos.

Também existiram dois confrontos pelo sub-20. Na semifinal do Mundial de 2005, ele fez um gol na vitória por 2 a 1 na semifinal, em Utrecht, na Holanda. No mesmo ano, ajudou a seleção celeste a derrotar o Brasil no hexagonal final do Sul-Americano sub-20, por 2 a 1, em Manizales, na Colômbia.

Brasil e Argentina se enfrentam a partir das 21h45 desta quinta-feira, no Mineirão, pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo 2008.

 

Fonte: UOL/ESPN

 

 

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