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Greve

Greve dos bancários de SC completa 1 semana

13 Set 2016 - 13h46
A greve dos bancários em Santa Catarina completa uma semana nesta terça-feira (13) com a expectativa de uma negociação com Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), prevista para as 14h em São Paulo. Ao menos 297 agências estão fechadas em todo estado.

Em Jaraguá do Sul aproximadamente 85% da categoria está de braços cruzados. A adesão é total dos trabalhadores de bancos privados e parcial dos bancos públicos, como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Conforme o presidente do sindicato que representa a categoria na região, Odilon Fernandes, em relação aos bancos públicos, a exceção em Jaraguá é a agência da Caixa Econômica instalada na Prefeitura, onde a adesão é total.

Início da greve
A greve foi deflagrada na última  terça-feira (6) em todo país. Na quinta-feira (8), 8.454 agências e 38 centros administrativos estavam fechados, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). A paralisação é por tempo indeterminado.

Na sexta (9), bancários de Joinville e de seis cidades do Norte catarinense aderiram ao movimento. Na quinta, os trabalhadores de Criciúma e outras nove cidades do Sul entraram em greve. Bancários do Vale do Itajaí, Oeste e Sul do estado estão em greve desde a deflagração do movimento nacional.

Reivindicações
A categoria rejeitou a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de 6,5% de reajuste sobre os salários, a PLR e os auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil. Os sindicatos alegam que a oferta ficou abaixo da inflação projetada em 9,57% para agosto deste ano e representa perdas de 2,8% para o bolso.

Eles reinvindicam a reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24 em junho), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, além de outras questões, como melhores condições de trabalho.

Atendimento
Em nota, a Febraban lembra que os clientes podem utilizar os caixas eletrônicos para agendamento e pagamento de contas (desde que não vencidas), saques, depósitos, emissão de folhas de cheques, transferências e saques de benefícios sociais.

Nos correspondentes bancários (postos dos Correios, casas lotéricas e supermercados) é possível também pagar contas e faturas de concessionárias de serviços públicos, sacar dinheiro e benefícios e fazer depósitos, entre outros serviços.

 

Informações do site

G1

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