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Ex-gerente da Petrobras confessa propina recebida

28 Nov 2016 - 11h27
Em depoimento espontâneo à Operação Lava-Jato, o engenheiro Glauco Legatti, funcionário aposentado da Petrobras, confessou ter recebido propina do operador Shinko Nakandakari, um dos delatores do esquema de corrupção na estatal. Legatti, que atuou como gerente-geral da Refinaria do Nordeste, em Abreu e Lima (PE), entre 2008 e 2014, declarou que Shinko deu a ele caixas de uísque recheadas de dinheiro vivo.

Em audiência em junho de 2015, frente ao juiz federal Sérgio Moro, o engenheiro havia negado o recebimento de R$ 400 mil, em propina, de Nakandakari - este havia declarado, em sua delação, que pagou os R$ 400 mil a Legatti, parceladamente, "a pedido da Galvão Engenharia".

Na ocasião, Legatti depôs como testemunha em ação contra executivos da Galvão Engenharia, uma das empreiteiras acusadas de fazer parte do cartel que se apossou de contratos bilionários da Petrobras. As informações são do jornal  Estado de Minas.

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