Imobiliária Coralli
Olimpíada

Egípcio se recusa a apertar mão de israelense após derrota no judô

12 Ago 2016 - 15h30
O público que estava na Arena Carioca 2 percebeu a atitude e vaiou muito o egípcio, que foi obrigado a voltar para a área de tatame e se curvar no tatame, como fazem todos os judocas após o combate. O gesto foi apenas protocolar: enquanto todos alguns curvam-se até em ângulos de até 90 graus, ele apenas fez um sinal com a cabeça.

Este pode não ter sido o único incidente do tipo ocorrido com israelenses no judô da Rio-2016. No segundo dia de lutas, na categoria meio-leve feminino, a israelense Gili Cohen e a saudita Joud Fahmy estavam na mesma chave e podiam se encontrar nas oitavas de final. Fahmy, porém, não lutou em sua estreia, contra Christianne Legentil, da Mauritânia. A delegação da Arábia Saudita disse que a atleta estava afastada, mas o jornal Times of Israel publicou que o W.O. foi causado para que a atleta não enfrentasse uma israelense.

"Isso aconteceu hoje de manhã. Quero entender o que aconteceu e volto a questão", resumiu Mario Andrada, diretor de comunicação da Rio-2016 sobre possível punição ao egípcio.

Matérias Relacionadas

Geral

Rio não terá desfile de blocos de rua no carnaval de 2021

Sem vacina contra covid-19, evento é inviável, dizem especialistas
Rio não terá desfile de blocos de rua no carnaval de 2021
Economia

Ministra da Agricultura diz que nova safra pode reduzir preço do arroz

Tereza Cristina disse que a pandemia desequilibrou o mercado de grãos
Ministra da Agricultura diz que nova safra pode reduzir preço do arroz
Economia

Auxílio Emergencial: Caixa abre ciclo 4 de pagamentos

Beneficiários de janeiro e do Bolsa família recebem mais uma parcela
Auxílio Emergencial: Caixa abre ciclo 4 de pagamentos
Economia

Jaraguá fecha setembro com saldo positivo de 650 vagas de emprego abertas

Praticamente 90% foi gerado pela indústria
Jaraguá fecha setembro com saldo positivo de 650 vagas de emprego abertas
Ver mais de Brasil