Política

Dilma tem duas semanas para alegações finais sobre processo de impeachment

13 Jul 2016 - 12h10
A defesa da presidenta afastada Dilma Rousseff tem duas semanas para fazer as alegações finais para a Comissão Especial do Impeachment do Senado. Nessa terça-feira (12), os autores do pedido de afastamento entregaram as considerações finais. O documento tem 131 páginas e reforça os argumentos já apresentados.

A acusação afirma que os brasileiros foram vítimas de um golpe eleitoral, que dissimulou a real situação econômica do país, para garantir a reeleição de Dilma. Os autores do impeachment comentam também o atraso no repasse de verbas do Plano Safra ao Banco do Brasil e a assinatura de decretos orçamentários sem aval do Congresso. Para a acusação, os fatos demonstram uma continuidade do mesmo comportamento do mandato anterior, um verdadeiro modus operandi.

Sobre os depoimentos das 38 testemunhas de defesa que falaram à comissão nas últimas semanas, o documento chama de cantilena decorada e repetitiva. E levanta suspeita sobre essas testemunhas, alegando que servidores públicos do Tesouro e do Ministério do Planejamento podem ter participado das ilegalidades praticadas pela presidenta, pois colaboraram para que o ato final viesse a ser praticado.

O prazo para as manifestações da defesa termina no dia 27. Depois disso, o relator do processo, senador Antonio Anastasia, do PSDB, terá cinco dias para apresentar o seu parecer. O relatório será votado na Comissão do Impeachment no começo de agosto e, se for aprovado, vai ao plenário do Senado na última semana de agosto.

 

 

Fonte - Agência Brasil

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