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Fecaplant de Corupá já tem data definida

Evento está marcado para maio do ano que vem

17 JUN 2021 • POR Janici Demetrio • 19h59

 A 7ª edição da Feira Catarinense de Plantas Ornamentais de Corupá será realizada nos dias 26 ,27 e 28 de maio do ano que vem, no Seminário Sagrado Coração de Jesus. A informação foi repassada por representantes da Associação dos Produtores de Plantas Ornamentais de Santa Catarina (APROESC), durante encontro no final da manhã de hoje (16), com o prefeito, Luiz Carlos Tamanini.

O evento, que reúne expositores do segmento de diversas regiões do Brasil, é realizado desde 2009 a cada 2 anos, mas foi suspenso este ano por causa da pandemia. De acordo com o presidente da APROESC, Fernando Drefahl, em relação as edições anteriores, desta vez será uma feira focada na geração de negócios.

“Claro que teremos a venda também para o público visitante, mas a ideia é trabalhar mais no atacado, onde haverá a troca de informações entre produtores, expositores, fomentando assim economicamente o setor”, observou.

Para o prefeito, Luiz Carlos Tamanini, o evento, além de tradicional, é importante economicamente para os produtores do setor e ao mesmo tempo, à economia local. Ele espera que até a realização da feira no ano que vem, a pandemia já esteja superada e assim, todos tenham retornado à normalidade.

“A prefeitura se colocará à disposição dos organizadores no que for necessário para que Corupá possa reeditar o sucesso dos eventos anteriores. O poder público sempre será parceiro”, disse.

Durante o encontro, o prefeito pediu o apoio dos produtores de plantas ornamentais para o desenvolvimento de um projeto paisagístico em Corupá. A ideia de Luiz Carlos Tamanini, é revitalizar os acessos e principais pontos turísticos do município, transformando a cidade num modelo para os visitantes.

Corupá é a maior produtora de plantas ornamentais de Santa Catarina e o setor é a segunda atividade agrícola do município, perdendo apenas para a bananicultura.

“Até por conta da quantidade de produtores que possuímos e da representatividade do setor no estado e no Brasil, penso que poderíamos construir uma parceria público/privada e deixarmos a nossa cidade mais atraente nesta questão. O setor entra com o conhecimento e as orientações técnicas, e o município realiza a contrapartida”, observou Tamanini.