Dicas para levar uma maternidade mais leve

Não somos seres imutáveis, aliás, essa é uma grande dádiva, poder aprender e se transformar.

08 Nov 2018 - 12h03Por Karin Petermann

A maternidade, por si só, já é uma grande tarefa. Como mulheres aprendemos e nos desenvolvemos para dar conta dessa nova função e de todas as outras também. E da mesma forma que cada filho é diferente do outro, as mães também são diferentes uma das outras, inclusive de você mesma. Não somos seres imutáveis, aliás, essa é uma grande dádiva, poder aprender e se transformar. Mas além disso, em nossa bagagem há costumes, crenças e métodos de educação diferentes e tudo isso junto nos torna mulheres únicas na criação dos nossos filhos.

Mas algumas características são essenciais para todas nós, e quero compartilhar com vocês para que a maternidade seja mais leve:

 

Ouvidos atentos

Um dos motivos mais comuns de reclamações entre as futuras mães e as que já são mães é o fato de terem que ouvir histórias e experiências de outras mães. Eu sei que tem mulheres bem sem noção que contam da morte do filho da prima da vizinha, mas também vejo mulheres fechadas em seu próprio mundo, imersas em suas próprias verdades. Acredite ou não, já fui uma delas!

O que ser mãe me ensinou é que saber ouvir é uma das melhores e mais preciosas qualidades que podemos desenvolver na maternidade. Isso porque as histórias sempre vão existir, depois você vai ser a pessoa que vai querer compartilhar histórias da sua vivência de mãe.

Aprender a ouvir e saber filtrar as coisas boas das ruins. Você está em constante aprendizado, os filhos crescem e você se adapta à nova realidade, as novas manias da criança.

 

Aproveite a singularidade

Eu sei que é bem difícil essa, porque quando uma amiga começa a comentar com você sobre o desenvolvimento do seu filho, você automaticamente, começa a falar sobre o desenvolvimento do seu filho. Se você ainda está grávida e fala sobre como está se sentindo, ouve uma amiga relatar sobre como foi maravilhosa ou horrenda a gravidez dela. Tão normal! Tão chato! E porque continuamos nesse ciclo de comparações?

Precisamos desencanar dessa competitividade sobre o filho de quem desenvolveu mais rápido ou sobre quão horrível foi sua gestação.

Na verdade, comparações à parte, o que importa é que você conseguiu gestar, você tem um filho lindo do seu lado, que está com saúde e se desenvolvendo, no tempo dele. Respeite você, você é uma mulher única e se você não passou mal durante sua gravidez, que bom! Se você teve uma gravidez com hiperemêse gravídica, sinto muito, mas que bom que no final deu tudo certo e você tem seu filho nos seus braços.

Respeite seu filho, ele também é um ser único. Você até pode ajudá-lo a se desenvolver, mas não quer dizer que ele precise seguir o mesmo ritmo do irmão ou que você fez algo errado porque seu filho não caminhou com 9 meses. Relaxa, desde que o acompanhamento com o médico esteja tudo nos conformes, no tempo previsto, tudo bem. Se algo no desenvolvimento do seu filho estiver fora dos padrões, quem vai te alertar disso é o pediatra do seu filho. Até lá, desencana!

 

Pratique a empatia

A empatia é a arte de compreender o outro pelas perspectivas do outro, ou seja, você vai ouvir a história do outro, sentir e perceber aquela situação nas circunstâncias apresentadas por ele, e somente sob as lentes das verdades dele.

Quando comparamos (olha só, de novo!) a situação que é relatada e analisamos sob as nossas perspectivas, crenças, conhecimentos e educação, estamos sendo injustos. Afinal de contas, as verdades são deles e não nossas. Quando nos colocamos no lugar do outro, podemos chegar a conclusão de que talvez poderíamos fazer as mesmas coisas que ele esteja fazendo.

Aprender a olhar para outras mães com empatia é desenvolver compaixão também, abraçar, chorar e entender que ela está fazendo o que é melhor para o filho dela na situação que ela se encontra.

A maternidade é muito dura, principalmente nos dias de hoje, onde estamos sendo vigiados 24h por dia através das redes sociais, onde a todo momento somos julgados pelo que fazemos ou deixamos de fazer. Desenvolver empatia é olhar para a maternidade alheia e não julgar, você sabia disso? Porque todo julgamento machuca. Não precisamos de mais julgamentos e sim de mais compaixão e empatia.

Com carinho, Karin Petermann

www.mamaeecia.com.br

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